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8 executivas brasileiras estão entre líderes com melhor reputação no país

Acertos nas estratégias competitivas traçadas e a capacidade na escolha do corpo diretivo estão entre os pontos fortes; saiba quem são as escolhidas

Por Da Redação Atualizado em 16 Maio 2018, 19h39 - Publicado em 16 Maio 2018, 15h59

Uma pesquisa de campo realizada entre agosto e dezembro de 2017 pela Merco (Monitor Empresarial de Reputação Corporativa), com 1698 entrevistas, revelou que o Brasil é o único país entre os 11 em que a empresa está presente em que o primeiro lugar do ranking de líderes com melhor reputação está ocupado por uma mulher.

A quarta edição da lista das 100 empresas e dos 100 líderes com melhor reputação no país traz Luiza Helena Trajano, do Magazine Luiza, no topo. Ao lado dela estão também Claudia Sender (Latam, em 15º lugar), Maria Eduarda Kertész (Johnson & Johnson, em 22º), Paula Bellizia (Microsoft, em 24º), Suzan Rivetti (Johnson & Johnson, em 43º), Chieko Aoki (Blue Tree Hotels, em 45º), Maria Silvia Bastos Marques (ex-BNDES, em 85º) e Rachel Maia (ex-Pandora, em 98º). Na comparação entre as executivas brasileiras e a média do ranking de líderes, as qualidades mais destacadas delas são o carisma, a integridade pessoal, os acertos nas estratégias competitivas traçadas e a capacidade na escolha do corpo diretivo que atua ao seu lado. Luiza Helena, Claudia Sender, Paula Bellizia e Rachel Maia estiveram entre as participantes do Fórum CLAUDIA #eutenhodireito, que reuniu em março mulheres presidentes de empresa.

Na colocação geral, há um aumento relevante da presença feminina em relação à edição passada: agora figuram oito executivas, contra quatro na edição anterior. No entanto, apesar de o número ter dobrado, ainda é uma participação pouco expressiva, que reflete o comportamento do mercado brasileiro. Na Espanha, por exemplo, são 19 as mulheres listadas entre os 100 líderes mais admirados.

Metodologia

A metodologia da pesquisa inclui quatro ondas de avaliação, com 11 diferentes grupos/fontes de informação. A seleção parte de uma entrevista com membros da alta direção de empresas com faturamento superior a U$ 40 milhões que apontam os dez líderes empresariais com melhor reputação. Para cada líder escolhido, sinalizam três fortalezas e uma fraqueza entre quatorze variáveis, que consideram visão estratégica e comercial,  habilidade para atrair talento, ética, projeção internacional, inovação e boa comunicação. Esses atributos são utilizados para traçar o perfil reputacional dos líderes. A partir dessa primeira listagem, são feitas entrevistas com outros grupos, como líderes de opinião, diretores de comunicação e jornalistas de economia.

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