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Denise Steiner revela como evitar herpes e queda de cabelo na quarentena

A dermatologista e colunista também explica como as mãos devem ser hidratadas nesse período

Por Ana Carolina Pinheiro - 2 Maio 2020, 18h00

O desprendimento, naturalmente, já tomou conta de boa parte das atividades no distanciamento social. Mas, ainda que a rotina não seja mais a mesma, é importante manter hábitos saudáveis e ter atenção com o seu corpo.

Para fazer isso com praticidade, a dermatologista e colunista Denise Steiner, nossa convidada do #CLAUDIAIndica, revela três dicas para cuidar da pele e do cabelo dentro de casa. A especialista escolheu problemas que podem surgir em um cenário delicado e propenso ao estresse, como o que vivemos.

Cabelo caindo mais do que o normal, herpes surgindo ao redor da boca e mãos ressecadas por conta do uso do álcool gel já podem ter te preocupado nas últimas semanas, mas com as dicas a seguir dá para evitar e reduzir o avanço deles. Porém, lembre-se, é importante procurar um médico caso os sintomas continuem.

Hidratação

A dermatologista explica que o uso do creme junto com o álcool gel não diminui a eficácia do produto. Por isso, não hesite em hidratar as mãos, principalmente depois de higienizá-las com o gel. “Antes de dormir, é recomendável fazer uma hidratação mais profunda, que pode ser potencializada com o uso de luvas de plástico para criar uma espécie de estufa. O creme hidratante pode ficar na região de 2 a 3 horas”, aconselha Denise.

Queda de cabelo

Penteou o cabelo e os fios caíram mais do que o esperado? O motivo pode ser emocional, como uma carga elevada de estresse e ansiedade, sentimentos que podem aparecer com mais frequência durante a pandemia. A especialista recomenda atenção na composição dos produtos usados na região. “Para evitar a queda e coceira, vale usar xampu anti-seborreico e vitaminas a base de cisteamina, silício e biotina”, considera sobre componentes potentes na recuperação da saúde dos fios.

Herpes

Por conta de um vírus, o herpes simplex, as feridas aparecem ao redor dos lábios e levam aproximadamente cinco dias para sumir. Como forma de prevenção para quem já tem essa predisposição genética, a dermatologista aconselha o uso do aminoácido L-lisina, que aumenta a imunidade em processo virais, ou seja, ele evita o aparecimento e ajuda na cicatrização.

Em tempos de isolamento, não se cobre tanto a ser produtiva:

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