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‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre’: vale a pena conferir a sequência?

Sem Chadwick Boseman, continuação estrelada por Letitia Wright, Lupita Nyong’o e Angela Bassett chega aos cinemas nesta quinta-feira (10)

Por Kalel Adolfo
9 nov 2022, 09h04

Pouco mais de dois anos após a morte de Chadwick Boseman, a continuação de Pantera Negra chega aos cinemas com a difícil missão de manter o alto padrão estabelecido pelo primeiro filme. Na trama, o reino de Wakanda precisa lidar com o luto provocado pelo falecimento do Rei T’challa, ao mesmo tempo em que se prepara para enfrentar uma de suas maiores crises políticas.

Este é o gancho para um projeto que, apesar de ser “assombrado” por uma perda notória, permite que a essência de Boseman seja sentida livremente durante toda a experiência, sem que isso limite o projeto a uma mera homenagem cinematográfica. Muito pelo contrário: aqui, temos um equilíbrio entre o que se espera de uma superprodução milionária da Marvel e uma sensível carta de amor ao artista que ajudou a perpetuar o legado do Pantera Negra.

Por isso, nós listamos alguns dos motivos que fazem de Wakanda para Sempre uma continuação que vale a pena ser conferida. Veja a seguir:

*O texto a seguir pode conter pequenos spoilers de ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre’:

Sequência captura a essência de Chadwick Boseman

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Não é exagero afirmar que todos os fãs de Pantera Negra se questionaram sobre como a franquia iria sobreviver sem a presença de Chadwick Boseman. Isso porque, sem sombra de dúvidas, o falecido ator elevou a experiência do primeiro capítulo da saga. Graças a sua performance imponente e sensível, a obra ressoou no coração de milhões de espectadores. Mas mesmo sem a presença do astro, ‘Wakanda para Sempre’ consegue manter o espírito de Boseman vivo durante toda a sua duração.

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Logo na sequência de abertura, vemos os protagonistas enfrentando o luto pela morte do Rei T’Challa. Todos se despedem do personagem acompanhados de um belo ritual que tem como intuito auxiliar as almas no processo pós vida. A maneira em que este momento conversa com a vida real é extremamente tocante, pois vemos nos rostos dos atores o quanto aquela perda impactou cada um — tanto dentro quanto fora das telonas.

Aliás, o impacto narrativo desta ausência é abordado durante toda a trama, já que muitos dos conflitos internos e externos vivenciados por Shuri (Letitia Wright), Ramonda (Angela Bassett) e Nakia (Lupita Nyong’o) são intensificados por essa morte. Mas claro, mesmo que ‘Pantera Negra 2’ seja uma grande homenagem ao legado de Chadwick, o filme tem fôlego para construir a sua própria história, sabendo a hora certa de prestar tributos mas também mergulhar na ação desenfreada.

Força feminina domina a produção

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Em ‘Wakanda para Sempre’, o maior destaque fica para as mulheres do elenco. Enquanto Letitia Wright se torna a grande protagonista da produção — ganhando um ótimo arco que mostra tanto as suas habilidades científicas, quanto suas vulnerabilidades e anseios —, Angela Bassett brilha mais uma vez como Ramonda, mãe de Rei T’Challa. E claro, não podemos deixar de citar Danai Gurira (Okoye), que rouba a cena com suas intensas sequências de batalha.

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Antagonismo é trabalhado de maneira competente

Assim como o primeiro filme constrói um grande arco para Killmonger — interpretado por Michael B. Jordan — o segundo volume da saga também não poupa esforços em fazer o público entender as motivações por trás dos planos questionáveis de Namor (Tenoch Huerta) — o antagonista desta continuação. Isso impede que o projeto caia naquela clássica armadilha de definir quem são os “vilões e mocinhos”, tática que sempre simplifica a complexidade de quaisquer narrativas.

Portanto, ao dar espaço para que todos os personagens tenham suas trajetórias, traumas e desejos bem explorados, ‘Black Panther 2’ entrega ao público a possibilidade de se envolver de maneira muito mais honesta com a história.

O universo de Wakanda está ampliado

Por fim, a continuação dirigida por Coogler amplia o universo de Wakanda ao nos apresentar mais detalhes sobre as engrenagens políticas, sociais e militares do país. A relação conflituosa entre a nação e o restante do mundo também é abordada com mais detalhes na nova trama, construindo um terreno fértil para o terceiro filme da franquia (que já está confirmado).

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