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Retrospectiva: os filmes mais falados de 2017

Alguns filmes que nos cativaram e merecem ser vistos ou revistos!

Por Isabella D'Ercole Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
Atualizado em 13 dez 2017, 09h30 - Publicado em 13 dez 2017, 09h30

Foi um ano memorável no cinema? Não muito. Aliás, a trama que mais nos deixou ligados em Hollywood foi bem real: o estouro de diversos casos de abuso contra homens poderosos (e que bom!). Atrizes ganharam voz e coragem para denunciar atores, produtores, diretores. Essa história vale continuar acompanhando porque tem muita coisa para rolar ainda. E as mulheres precisam do nosso apoio.

Mas, se é para fazer retrospectiva, tem uma coisa ou outra que merece destaque.

(Disney/Divulgação)

Logo em março, o mundo ficou vidrado na versão com atores do filme A Bela e a Fera. Emma Watson fascinou no vestido amarelo que fez parte da fantasia de tantas meninas. O longa ainda desafiou países conservadores por introduzir um relacionamento gay e dar mais poder à protagonista (nada de menininha indefesa por aqui).

(Reprodução/Sony Pictures Classic)

Blade Runner 2049 podia ter sido um fiasco, mas está longe disso. O cenário futurista é uma continuação do primeiro filme, estrelado por Harrison Ford em 1982. Ryan Gosling não é o ator mais expressivo de Hollywood, mas talvez por isso mesmo seja perfeito para o papel do replicante que se envolve num mistério sem precedentes com os humanos.

(Reprodução/Sony Pictures Classic)

Ansel Elgort é o protagonista do filme mais musical sem ser um musical, Baby Driver. Ele é Baby, um menino com talento para direção que acaba se envolvendo com criminosos. Para pagar sua dívida, dirige nas fugas de crimes organizados pelo chefão Kevin Spacey. Acho que foi o último filme que saiu antes do escândalo de abusos envolvendo Spacey. A trama nem é tudo isso, mas a trilha sonora vale até baixar no Spotify.

(Reprodução/Warner Bros.)

Há anos as mulheres esperavam um filme bom que as representasse no mundo dos super-heróis. Enfim chegou Mulher Maravilha, com Gal Gadot. O filme tem lá seus defeitos, mas foi boa demais a sensação de sair do cinema sabendo que tinha uma mulher das mais poderosas salvando o mundo. Ela voltou em Liga da Justiça e terá outro filme próprio no ano que vem.

(Divulgação/Divulgação)

Laís Bodanzky, estrela da nossa capa de dezembro, é diretora de Como Nossos Pais, um marco do cinema nacional. Conta a história de Rosa, que se vê diante de um dilema geracional com sua mãe e passa a questionar as responsabilidades colocadas sobre os ombros das mulheres. O marido, as filhas, todos ao seu redor passam a despertar reflexões. Levou seis prêmios Kikito no Festival de Cinema de Gramado.

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