Adolescente de 16 anos desaparece após sair de festa

Apenas seu celular foi encontrado por grupo de voluntários que participa das buscas

Desaparecida no sábado, 20, a jovem Rayane Paulino, 16 anos, agora está sendo procurada por um grupo de voluntários, além da Polícia Civil. A menina sumiu depois de uma festa em um sítio deMogi das Cruzes.

Todos do grupo, pessoas especializados em busca e resgate, se uniram nessa quinta, 25, e começaram as buscas em Mogi, passando por Guararema e terminando em Jacareí.

Os investigadores da Polícia Civil, por sua vez, passaram o dia fazendo buscas pelas estradas da região do Botujuru. Além das ruas por onde Rayane pode ter passado, um dos destinos dos especialistas foi o sítio onde a menina foi vista pela última vez, local onde a festa aconteceu.

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Foi durante a investigação com os cães, entre as margens da Rodovia Mogi-Guararema e o quilômetro 170 da Rodovia Presidente Dutra, que o celular da garota foi encontrado.

Na noite do desaparecimento, Rayane foi à festa com duas amigas. Para as companheiras, a jovem disse que precisava ir embora mais cedo, e que seu pai viria buscá-la. Ainda não se sabe se ela saiu do sítio sozinha ou acompanhada.

Por volta das 5h do domingo, 21, os pais dela perceberam que Rayane ainda não havia ligado e estranharam o comportamento. Segundo o casal, eles tentaram falar com a menina, mas não receberam qualquer resposta.

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O que os pais mais estranharam, é que a filha sempre avisava seus planos e para onde ia. Rayane também não tem nenhum namorado.

Na segunda-feira (22), o casal espalhou vários cartazes pela cidade com fotos da jovem e o telefone da família para contato.

Quanto aos voluntários, o pai de Rayane, Marcio Paulino Alves, comentou, ao G1: “Ele apareceram por meio da rede social e estão ajudando na busca da minha filha. E peço mais uma vez que quem souber do paradeiro dela, que avise”.

“Está muito difícil. A gente não consegue dormir, está incessante esta busca. Eu só espero encontrar a minha filha o mais rápido possível”, completa o pai.

O delegado Rubens José Ângelo, encarregado do caso, preferiu não gravar qualquer entrevista para não atrapalhar as investigações.

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