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Estrela do novo filme Netflix, Fernanda Vasconcellos relembra melhor Natal

Em entrevista exclusiva a CLAUDIA, a atriz, ao lado de Daniel Boaventura, também contou um pouco sobre o novo trabalho, "Klaus".

Por Colaborou: Maria Clara Serpa - Atualizado em 17 fev 2020, 10h47 - Publicado em 20 dez 2019, 18h52

Para dar voz aos personagens Klaus e Alva em “Klaus”, o primeiro filme de animação da Netflix, Daniel Boaventura e Fernanda Vasconcellos revisitaram as memórias deles de Natal. O longa, que é direcionado para a família toda, conta a história do surgimento da festa. O estudante da Academia Postal, Jesper, dublado por Rodrigo Santoro, enfrenta um problema ao chegar na ilha de Smeerensburg e notar que nenhum dos moradores têm o hábito de escrever cartas. Porém, o carpinteiro Klaus e a professora Alva são um sopro de esperança na vida de Jesper e de toda a cidade.

“Tenho lembranças muito fortes do Natal durante a infância. Quando a gente é criança é sempre mais poético. Eu morei na Pensilvânia [nos Estados Unidos] quando era pequeno e passava o Natal na neve. Tem um sabor diferente do nosso Natal tropical”, relembra Daniel.

Outra lembrança marcante para o ator é do ano em que o Natal da família foi comemorado na casa dele, em São Paulo. “Eu passo todos os anos em Salvador, de onde minha família é, mas um ano resolvemos passar na minha casa em São Paulo. Pra criar um clima de Natal, eu liguei o ar condicionado no máximo e coloquei uma imagem de lareira na TV”, se diverte.

Pedro Pinho/Netflix/Reprodução

Para Fernanda, o importante é sempre se reunir com a família. A atriz conta que a data é um momento especial para conseguir rever os parentes mais distantes e celebrar na casa de sua avó em São Paulo. “Uma das lembranças mais marcantes para mim é o meu pai vestido de Papai Noel. Ele continua se fantasiando todos os anos, até hoje. É uma farra boa”, conta.

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Segundo Fernanda e Daniel, um dos pontos principais do filme diz respeito às cartas que Jesper tanto gosta. A ideia é, justamente, criar uma metáfora com o mundo real, onde, atualmente, as pessoas também perderam o costume de escrever umas às outras e vivem muito fechadas em seu próprio mundo.

Pedro Pinho/Netflix/Reprodução

“A carta é uma coisa que marca muito, você doa seu tempo pra pessoa ao sentar e escrever. Minha mãe tem uma carta que eu mandei pra ela quando era bem pequena guardada até hoje. É especial. A última carta que eu mandei foi para o Gustavo Vaz, meu colega de cena em “Coisa Mais Linda”. A gente fez umas cenas fortes e resolvemos enviar cartas um para o outro”, relembra Fernanda.

Daniel, por outro lado, sequer se lembra qual foi a última vez que escreveu para alguém. “Mas minha mãe me escreve sempre. A diferença é que ela não envia, ela espera eu ir pra Salvador para me entregar todas as cartas em mãos”.

Klaus já está disponível na íntegra na Netflix. Assista ao trailer oficial do filme:

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