Esposa do ator Guilherme de Pádua desabafa após casamento

Desde o casamento, na terça (14), o casal tem sido alvo de comentários a respeito do passado do ator - condenado pelo assassinato confesso de Daniella Perez

Guilherme de Pádua, assassino da atriz Daniella Perez, se casou pela terceira vez. A cerimônia no civil aconteceu na terça (14) e, desde então, está repercutindo nas redes sociais.

Entre os alvos dos comentários está sua esposa, a maquiadora Juliana de Assista Lacerda, de 30 anos. Ao jornal EXTRA, ela respondeu às críticas. Leia o desabafo:

“Desde o começo, já sabia quem ele era e nunca me preocupei com o passado, porque na igreja ele é acompanhado há 17 anos por muitos pastores sérios. Sei do histórico dele, sei também que o Guilherme realmente mudou desde que se converteu.

Conheço muitas pessoas que o acompanharam todos esses anos e por isso não me preocupei. E claro que sei das perseguições que ele sofre pela mídia e pela sociedade, mas isso não me abala hoje, pois já pensei muito sobre isso e estou disposta a enfrentar com ele todas as situações.

Fiquei atraída por ele por ser uma pessoa muito cativante, que é voltada à obra de Deus, se preocupa com todos e tem um coração enorme.

Para mim não adianta remexer em algo que não pode ser mudado. Preciso ter certeza de quem ele é hoje, porque é hoje que estou com ele e não no passado”, finalizou.

Entenda o caso

A atriz Daniella Perez foi assassinada no ano de 1992, por Guilherme de Pádua, com quem fazia par romântico na trama De Corpo e Alma. A esposa do ator na época, Paula Thomaz, foi cúmplice do crime.

Ao fim de um dia de gravações, o par romântico tirou algumas fotos com os fãs e deixou o lugar. Guilherme seguiu o carro da atriz, mas foi visto estacionando num acostamento próximo ao posto de gasolina que ela havia parado para abastecer.

Ao sair do posto, Guilherme fechou o carro de Daniella e, assim que desceram dos veículos, ele a agrediu com um soco no rosto, deixando-a desacordada.

Desta forma, foi levada para uma área deserta da Barra da Tijuca. Lá, Daniella foi morta com 18 punhaladas desferidas na região do pulmão, coração e pescoço; e teve seu corpo abandonado em terreno baldio.

No dia 29 de dezembro, Guilherme foi levado à delegacia, e a princípio, negou a participação, mas acabou confessando a autoria no mesmo dia. Paula também confessou que havia participado do assassinato, mas negou posteriormente. Em uma conversa com o marido grampeada pelo delegado, ele declarou que daria um jeito sozinho.

O casal foi preso em 31 de dezembro e reivindicou o direito de apenas falar em juízo. Guilherme e Paula foram condenados por homicídio duplamente qualificado, sentenciados a cumprirem 19 anos e 18 anos e seis meses, respectivamente.

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