Mulheres e as dores musculares: rotina pesada agrava o problema

Na correria do dia a dia, saiba como amenizar esse incômodo

Como você se sente depois de um longo dia, com atividades no trabalho, em casa e com direito a horas e horas de trânsito? Para uma parte expressiva da população, a resposta é: “Me sinto com dor”. Em tempos de compromissos e responsabilidades intensos e pouco tempo para cuidar de si, 96% dos brasileiros declaram que sentem dores diárias, segundo a pesquisa Global Pain Index 2018, realizada pela GSK e por CataflamPro. As dores, principalmente as musculares, são tão frequentes que chega-se a pensar que elas são companheiras inevitáveis. Mas não são.

As dores podem ser entendidas como uma epidemia global silenciosa, explica a dra. Ana Santoro, gerente médica da GSK Consumer Healthcare Brasil. “A dor apresenta um impacto muito grande no bem-estar, na vida social, no trabalho, na vida familiar e na vida amorosa. Mas muitos ainda consideram o problema um tabu e encaram a dor como sendo um assunto pessoal, não vendo a necessidade de falar sobre ela. E as mulheres acabam sendo as mais afetadas por esse incômodo diário.”

Segundo dados divulgados pelo IBGE em abril de 2019, as mulheres dedicam quase o dobro do tempo dos homens em tarefas domésticas e no cuidado com idosos e crianças, ainda que na condição de cônjuge e trabalhando fora. Essa velha conhecida dupla ou até tripla jornada, segundo a médica, é um fator de peso considerável no surgimento de dores. “Elas têm uma rotina especialmente sobrecarregada e precisam se cuidar para evitar problemas mais graves, principalmente os musculares.”

A especialista afirma que é necessário prestar atenção nesse incômodo, identificar suas causas e combatê-las. Afinal, a dor muscular tem impacto direto na qualidade de vida, mas não é preciso lidar com ela sozinha.    

Ação rápida

O mais comum é que as dores musculares se manifestem nas costas, no pescoço e nos ombros – resultado do estilo de vida contemporâneo. “Nosso corpo foi concebido para o movimento. Porém, movimentos repetidos, exercícios em excesso, má postura, noites mal dormidas, estresse e ansiedade também têm relação direta com o problema.”

Para lidar com as dores, recorrer a atividades físicas com orientação profissional pode fazer toda a diferença. Caminhadas, por exemplo, são especialmente úteis para reduzir incômodos lombares. Valorizar a qualidade de vida e os momentos com amigos e a família também pode ajudar, porque combate o estresse.

Além disso, existem remédios capazes de aliviar a dor e que não precisam ser ingeridos. Nesse caso, um bom aliado é o CataflamPRO, um emulgel com aplicação direta no local afetado e com ação tão eficaz quanto a de um comprimido. “Medicamentos de aplicação tópica não passam pelo estômago, o que reduz os riscos de sofrer efeitos colaterais. É válido dizer que eles também têm ação mais rápida”, conta a dra. Ana Santoro.

Cuidados médicos

CataflamPRO é anti-inflamatório e analgésico. Ou seja, não só alivia a dor como também trata a inflamação, acelera a recuperação natural do corpo e vem em embalagens práticas que podem ser carregadas na bolsa.

Mesmo com uma rotina multiatarefa, é preciso parar e cuidar das dores, que não apenas dificultam o dia a dia como podem se tornar sintomas de causas mais graves. Quanto a isso, a dra. Ana alerta: “Se ainda assim os sintomas persistirem ou mesmo aumentarem, é preciso procurar um especialista”.

Quer saber mais sobre como as mulheres são afetadas por dores musculares e as maneiras de tratar as dores? Acompanhe o bate-papo sobre o assunto na live do Facebook da CLAUDIA, no dia 13 de junho, às 16h. Não perca!

 (ABC/Abril Branded Content)

CATAFLAMPRO (DICLOFENACO DIETILAMÔNIO) (MS 1.0107.0328). SE PERSISTIREM OS SINTOMAS O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO. Indicações: dores nas articulações, nas costas, dores musculares e tendinites.
*Eficácia equivalente após 21 dias de uso de CataflamPRO Emulgel 4x ao dia vs Ibuprofeno 400mg 3x ao dia. Zacher J et al. Topical diclofenac Emulgel versus oral ibuprofen in the treatment of active osteoarthritis of the finger joints (Heberden’s and/or Bouchard’s nodes)