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Saúde das crianças: como lidar com a temporada de gripes e resfriados

No período mais frio e na volta às aulas, as infecções por vírus são bastante comuns nos pequenos. Saiba quais cuidados precisam ser tomados nessas épocas

Por Abril Branded Content
Atualizado em 29 Maio 2024, 14h45 - Publicado em 25 Maio 2023, 11h30

Assim que chega o período de outono e inverno ou quando começa o ano letivo, os pais já se preparam: vão começar os espirros, a coriza e a tosse. Vem aí a temporada de gripes e resfriados. Ultimamente, porém, a iminência de quadros infecciosos está mais intensa e preocupante e, por conta disso, os cuidados com a saúde das crianças devem ser ainda maiores.

Recentemente, o boletim InfoGripe, feito pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz),1 revelou uma tendência de queda dos casos de Covid-19, mas alertou para as infecções pelo vírus sincicial respiratório (VSR) – responsável majoritariamente por casos de bronquiolite e pneumonia pediátrica – e o aumento da influenza A e B entre crianças, que estão causando índices de internação preocupantes.

Renato Kfouri, que é pediatra infectologista e presidente do Departamento de Imunizações da Sociedade Brasileira de Pediatria, explica que o que a população chama comumente de “gripe” ou “resfriado” são as síndromes gripais (SG), que podem ser causadas por qualquer vírus de doenças respiratórias e, quando essas condições levam à hospitalização, são chamadas de síndrome respiratória aguda grave (SRAG). 

“Todos os vírus causam sintomas semelhantes, como tosse, coriza, febre e cansaço. São centenas de vírus diferentes, mas esses sinais são comuns a todos eles. Um resfriado mais ameno geralmente é causado pelos rinovírus, que tendem a ser mais benignos e não oferecem prejuízos ao estado geral de saúde da criança. Quando estamos falando do Influenza, entretanto, já há uma sintomatologia mais exacerbada, com uma prostração maior, mais febre e mais mal-estar. E o VSR geralmente causa falta de ar e chiado no peito”, afirma. 

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O prognóstico da doença, porém, vai depender, é claro, da idade do paciente, dos sintomas apresentados e da época do ano, que aparece, aliás, como uma boa dica para pais e mães: entender as temporadas de gripes e resfriados, até para poder prevenir o contágio ou dar uma maior impulsionada na imunidade dos pequenos. 

Temporada de gripes e resfriados 

Cada época do ano é mais propícia para a infecção por um ou outro vírus. Essa sazonalidade ajuda tanto as famílias com crianças quanto os próprios profissionais da saúde. “Quando está na época de determinado vírus, até o diagnóstico fica mais fácil, porque você já considera que há uma grande chance de ser um ou outro. A pandemia deu uma mexida nesse calendário de infecções e bagunçou um pouco as sazonalidades. Mas a tendência é voltar à normalidade.”

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O VSR, por exemplo, como afirma o especialista, é conhecido por circular de forma mais intensa no outono e inverno. A influenza costuma ficar mais evidente no inverno. Mas até mesmo mudanças nas estações do ano, por conta até do aquecimento global, podem ter impacto nesse cenário.

Outro ponto importante é o modo de contaminação, que geralmente é pelo ar e também pelo contato direto com outras pessoas infectadas. As crianças que frequentam escolas e creches têm maior risco de se contaminar exatamente pela alta concentração de crianças em um mesmo local e também porque o sistema imunológico dos pequenos ainda não é tão desenvolvido quanto o dos adultos. Assim, ter gripes e resfriados é inevitável na infância. O mais importante, segundo o médico, é ficar de olho nos sintomas e saber quando aquele que parecia um resfriado leve precisa ser analisado por um médico. 

“Muitos fatores precisam ser levados em consideração. Claro que um sintoma respiratório em um recém-nascido é mais preocupante do que em uma criança de 4 anos, por exemplo. Mas os sinais de alarme são sempre febre alta e persistente, dificuldade respiratória e apatia excessiva. Hoje, nós temos testes sorológicos com painéis virais que em 15 minutos mostram o vírus causador daquela patologia. Se for possível fazer esse tipo de testagem, é também recomendado, para saber com o que aquele organismo está lidando.” 

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Cuidados com a saúde dos pequenos 

Dependendo de cada caso, pode haver um tratamento diferente. Mas, via de regra, lavar e vaporizar o nariz para fluidificar as secreções, fazer ingestão de líquidos, repousar e tomar analgésicos para dor e antitérmicos para a febre é o recomendado nesses casos. Fazer uso de fitoterápicos – produtos de origem vegetal que passaram por estudos e testes para comprovar sua eficácia e segurança no tratamento de diversas condições de saúde e que são mais naturais e saudáveis – é também uma boa opção, tanto para prevenir quanto para aliviar os desconfortos. 

“A prevenção é a melhor maneira de cuidar da saúde das crianças, então não podemos esquecer o calendário de vacinação, que deve estar em dia, o aleitamento materno pelo menos até os 6 meses de idade, a correta higienização – das mamas, na amamentação, e das mãos, o tempo todo –, o ingresso na escola o mais tardiamente possível e uma alimentação saudável. Tudo que for possível ser feito para que a imunização seja reforçada é o ideal, para que, mesmo infectada, a criança possa ter melhores respostas imunes ao vírus”, ressalta o médico. 

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A linha Blu chegou ao mercado justamente para ajudar as famílias a lidar com gripes e resfriados infantis. São produtos pensados nas diferentes necessidades, com segurança e eficácia comprovadas, livres de açúcares, corantes e aromas artificiais. Todos com a finalidade de cuidar dos pequenos da melhor forma possível, sempre que for necessário. 

São eles:

Blumel Hedera

  • Um xarope fitoterápico com tripla ação: trata a tosse, fluidifica o catarro e melhora a respiração.
  • O produto é feito a partir do extrato seco de folhas de Hedera helix L., conhecida como hera, que tem poder expectorante, fluidificante e broncodilatador para auxiliar na eliminação do catarro e no alívio da tosse. 
  • É recomendado para crianças a partir de 2 anos e é sem adição de açúcares, corantes e aromas artificiais.

Blusoro Jet

  • O descongestionante e fluidificante nasal da linha Blu possui bico anatômico infantil e jato suave e contínuo, facilitando o uso em qualquer posição dos pequenos. 
  • O produto é feito de cloreto de sódio 0,9%, não possui conservantes e não tem restrição de idade.

Blumel Imune Kids

  • Essa é uma novidade em duas versões: solução oral sabor mel e goma sabor morango e mel. Ambas contam com vitaminas C, D e A, selênio e zinco para ajudar a fortalecer o sistema imunológico das crianças. 
  • Os produtos podem ser consumidos por crianças a partir dos 4 anos. 
  • E é sem adição de açúcares, corantes e aromas artificiais.

Blugrip Pelargonium

  • Esse é um produto tradicional fitoterápico para o tratamento dos sintomas de gripes e resfriados. 
  • O uso poderoso da Pelargonium sidoides DC, uma planta com propriedades medicinais nativa da África do Sul, promove a melhora da resposta imunológica e possui efeito antibacteriano e antiviral, fazendo os pequenos melhorarem mais rápido. 
  • A solução pode ser utilizada a partir dos 6 anos e é sem adição de açúcares, corantes e aromas artificiais.

Referências

1. Fiocruz. Agência Fiocruz de Notícias. InfoGripe alerta para o aumento de internações de crianças por VSR. Disponível em: https://agencia.fiocruz.br/infogripe-alerta-para-aumento-de-internacoes-de-criancas-por-vsr

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