Oferta Inédita: por apenas R$ 7,99

Decreto na Espanha proíbe diferença salarial entre homens e mulheres

Para ministra do trabalho, desigualdade salaria é uma "aberração judicial e democrática"

Por 16 out 2020, 16h30 | Atualizado em 4 jun 2026, 14h21
desigualdade salarial
 (Prostock-Studio/Getty Images)
Continua após publicidade
Decreto na Espanha proíbe diferença salarial entre homens e mulheres Priorizar nos meus resultados Google

O Governo da Espanha deu um passo urgente no combate à desigualdade de gênero. Na terça-feira (13), os ministros do país aprovaram dois decretos visando a erradicação de práticas machistas no ambiente de trabalho, como a desigualdade salarial.

O primeiro determina a proibição oficial de diferença salarial entre pessoas que tenham a mesma posição. Já o segundo busca acompanhar as empresas e suas iniciativas de diversidade, que devem ir da contratação ao desligamento das profissionais.

No anúncio das novas determinações, a ministra do Trabalho, Yolanda Díaz, afirmou: “A partir de hoje, um homem e uma mulher não podem mais receber remuneração diferente”, disse sobre a desigualdade salarial por gênero, vista segundo ela como “aberração judicial e democrática”.

Ainda na reunião, Yolanda e a ministra da Igualdade, Irene Montero, ressaltaram os impactos da desigualdade para além da remuneração. “Estamos cientes desde o início desta situação emergencial. Se não implementarmos políticas públicas para preveni-la, o peso dessa situação voltará a recair sobre as mulheres e poderá haver retrocessos de muitos anos no acesso aos direitos”, pontuou Irene.

O prazo para as empresas implementarem os decretos é de seis meses. Após o período, será obrigatório manter registros de salários e funções dos funcionários, além de divulgar justificativas em casos de disparidade de salário entre pessoas que exercem a mesma função. Em caso de descumprimento, a empresa deverá arcar com uma multa de até 187 mil euros, aproximadamente R$ 1,2 milhão.

Continua após a publicidade

No Brasil, segundo levantamento realizado pela Catho, empresa de recrutamento, nesta quinta-feira (15), mulheres em cargos de liderança recebem cerca de 23% a menos do que homens no país.

Em outros níveis, a disparidade também está presente, já que supervisoras coordenadoras têm uma diferença de 15% a menos do que os profissionais homens, assim como as analista e perda de 35% em comparação a eles. A desigualdade só diminui em cargos de assistente e auxiliar com 2% de diferença.

Publicidade

Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

Título de notícia: A fase de Câncer pede acolhimento e informação, com o logo da revista Claudia e a tag SEU SIGNO LÊ CLAUDIATítulo A fase de Câncer pede acolhimento e informação em preto sobre fundo claro, com Câncer em negrito. Acima, um botão azul-petróleo SEU SIGNO LÊ CLAUDIA. No canto inferior direito, o logo CLAUDIA em azul-petróleo
OFERTA RELÂMPAGO

Digital Básico

Moda, beleza, autoconhecimento, mais de 11 mil receitas testadas e aprovadas, previsões diárias, semanais e mensais de astrologia!
De: R$ 14,99/mês Apenas R$ 2,99/mês
ECONOMIZE ATÉ 52% OFF

Revista em Casa + Digital Premium

Receba Claudia impressa todo mês na sua casa, além de todos os benefícios do plano Digital Completo + Abril Signature Ouro, o novo programa de benefícios da Abril, que te dá acesso a descontos exclusivos e cashback em centenas de estabelecimentos.
De: R$ 26,90/mês
A partir de R$ 12,99/mês

*Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
*Pagamento único anual de R$35,88, equivalente a R$2,99/mês. Após esse período a renovação será de 118,80/ano (proporcional a R$ 9,90/mês).