Molho de tomate tem venda proibida por conter pelos de roedor

Em nota, a Quero Alimentos afirmou que já tomou as providências aplicáveis para retirar todo o lote em questão do mercado

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a venda e a distribuição de um lote do extrato de tomate da marca Quero, fabricado pela Heinz Brasil, após a constatação de presença de pelo de roedor no produto durante testes técnicos. A partir deste laudo, a proibição passa a valer em todo o território nacional – e está publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira (20).

De acordo com a Anvisa, o documento afirma que o produto “apresentou resultado insatisfatório ao detectar matéria estranha indicativa de risco à saúde humana, pelo de roedor, acima do limite máximo de tolerância pela legislação vigente”.

A Quero Alimentos informou que “já tomou as providências aplicáveis para retirar todo o referido lote do mercado em agosto de 2016, quando tomou ciência do ocorrido”. Segundo eles, também houve “grandes investimentos em novas tecnologias para aumentar ainda mais a qualidade do tomate no campo e de seus produtos, e grandes progressos foram alcançados”.

Nota de esclarecimento da marca:

“Sobre publicação do Diário Oficial referente ao lote de produto fabricado em dezembro de 2015, a Quero Alimentos informa que, em total respeito ao consumidor e à ANVISA, já tomou as providências aplicáveis para retirar todo o referido lote do mercado em agosto de 2016, quando tomou ciência do ocorrido.

Ressalta, ainda, que nos últimos anos fez grandes investimentos em novas tecnologias para aumentar ainda mais a qualidade do tomate no campo e de seus produtos, e grandes progressos foram alcançados. A companhia afirma com segurança que os rigorosos controles no processo produtivo garantem a eliminação de qualquer risco ou prejuízo à saúde.

A Quero Alimentos reafirma sua transparência em todas as etapas da produção, desde o recebimento dos ingredientes até a distribuição do produto final, com foco no atendimento às legislações aplicáveis a alimentos, de forma a oferecer aos consumidores total confiabilidade no alto padrão de qualidade da marca”.

Pelo de roedor no molho de tomate

Não é a primeira vez que uma marca alimentícia é penalizada por apresentar produtos com excesso de pelo de roedor. No ano passado, foram retirados das prateleiras quatro lotes de extrato de tomate – das marcas Amorita, Predilecta, Aro e Elefante – e de um lote de molho de tomate tradicional – da marca Pomarola. Relembre o caso.

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