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Amor e finanças em total equilíbrio

A conversa sobre dinheiro não é lá o momento mais romântico da vida a dois, mas ela é essencial para manter a relação saudável

Por Abril Branded Content Atualizado em 8 out 2021, 12h11 - Publicado em 13 out 2021, 11h00

Um esconde o que comprou para não ser julgado, o outro vive reclamando que o parceiro exagera nas despesas. Um economiza para fazer a viagem dos sonhos, o outro gasta como se não houvesse amanhã. Com o passar do tempo, a falta de sintonia financeira aumenta, as discussões ganham força e a relação entra em crise. Já viu esse filme antes?

Pois é, infelizmente o que o amor uniu o dinheiro pode separar. De acordo com uma pesquisa realizada em 2019 pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), em parceria com o Banco Central do Brasil (BCB), 46% dos casais costumam brigar por questões ligadas a dinheiro. E os gastos além das condições financeiras estão entre os principais motivos das DRs.

“Dinheiro é um assunto delicado, ainda mais quando não existe um diálogo constante e transparente entre o casal. Acredito que o caminho para não entrar nessa estatística é combinar, desde o início do relacionamento, como as finanças devem funcionar”, conta a empreendedora Amanda Scarpa Zanlorenzi. Casada há quase um ano com Jerson Zanlorenzi Junior, profissional do mercado financeiro, ela sentiu que a conversa aberta sobre o orçamento se tornou essencial para a saúde da relação.

Casal sentado no sofá conversando
BTG Pactual Digital/Divulgação

Juntos e realizados

O respeito à individualidade é importante, mas a parceria é o principal fator para essa fórmula funcionar. “Sempre conversamos sobre nossas prioridades e sonhos, tanto individuais quanto como casal. Assim, vamos ajustando ao longo do tempo as estratégias para atingir os objetivos nas duas esferas”, diz Jerson.

É aí que entra em cena uma habilidade fundamental para a sobrevivência de toda e qualquer relação: saber ceder. Nas finanças, assim como no sexo e na educação dos filhos, alguém vai ter que abrir mão. Afinal, nem sempre o casal tem os mesmos interesses e visões, certo?

Dinheiro não deve ser tabu

Segundo Amanda, para o casal que nunca conversou sobre dinheiro, enfrentar uma crise financeira é bem mais difícil. “Por outro lado, quem já costuma falar confortável e abertamente sobre o tema atravessa essa fase com menos turbulências.”

E ilude-se quem acredita que seja possível viver uma relação de paz e amor 24 horas por dia. Desentendimentos fazem parte do jogo e são ótimas oportunidades para aprendizados. “A Amanda adora viajar, enquanto eu sou muito caseiro. Quando resolvemos morar juntos e encontramos o imóvel ideal, precisamos conversar sobre reduzir gastos ou adiar sonhos para que pudéssemos bancar essa casa. Com algumas discussões, muito diálogo e projetos de longo prazo, solucionamos as divergências.”

Para o casal que quer fazer seu dinheiro render, a dica aqui é conhecer os investimentos oferecidos pelo BTG Pactual digital. A instituição oferece mais de 1 000 opções de investimentos, uma assessoria especializada, atendimento 24 horas e sete dias por semana. Disponibiliza ainda um cartão de crédito feito para investidores. Os gastos realizados no cartão também têm Invest+, por meio do qual o dinheiro que você gasta volta pra você em forma de investimento e aproxima o casal de alcançar seus sonhos e metas.

Além disso, para aprender mais sobre finanças a dois, vale acompanhar a série de conteúdos com Jerson e Amanda. Lá eles vão explicar como investir de forma saudável para o relacionamento, se vale a pena montar uma carteira de investimentos conjunta e muito mais. Para acompanhar, clique aqui!

Vale lembrar que todos que se inscreverem para receber as novidades da série ganharão uma mentoria de educação financeira para casais do educador financeiro do BTG Pactual digital, Gustavo Cerbasi.

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6 Conselhos para o amor sobreviver às finanças 

Veja as dicas de Jerson e Amanda para manter o equilíbrio financeiro e a harmonia do casal

1 – Estabeleçam metas individuais e do casal. Definam o quanto cada um deve contribuir com os gastos (pode ser um percentual do salário, por exemplo) e respeitem a individualidade. Entendam que cada um pode ter seus “prazeres” e hábitos de consumo, desde que isso não abale o que foi estipulado.

 

2 – Enumerem os objetivos de curto e longo prazo. Por exemplo, esse ano a prioridade é a lua de mel. Ano que vem, será a decoração da casa. Com objetivos bem estabelecidos, é possível saber onde economizar para que sobre mais dinheiro para realizar outros sonhos.

 

3 – Conversem sempre sobre as suas finanças. A vida é dinâmica, e as realidades e prioridades mudam conforme o tempo passa.

 

4 – Coloquem o orçamento no papel. Ter tudo planilhado e anotado, de forma que os dois consigam ter clareza sobre o que foi alinhado, é essencial para evitar desentendimentos.

 

5 – Entendam que cada um pode estar em um momento diferente da carreira e, portanto, terá condições de contribuir mais ou menos em determinada fase.

 

6 – Revisitem periodicamente os objetivos e sonhos. Uma ideia é dividir um grande objetivo de longo prazo em pequenas metas de curto prazo. Por exemplo, se queremos nos preparar para comprar uma casa, o desafio fica mais motivador se dividimos esse propósito ao longo dos meses e anos e definimos o quanto queremos juntar nesse período para que no final a gente tenha o valor estipulado. Para alcançar esse objetivo, pode-se contar com as soluções de investimento do BTG Pactual digital, que fornece diferentes opções, como fundo de renda fixa, fundo cambial, fundo multimercado e fundo de ações.

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