Os diferentes mitos sobre a vitamina C

Desmistificamos algumas ideias em torno da vitamina C para que seus benefícios sejam 100% aproveitados

Estudos comprovam que a vitamina C (substância encontrada em várias frutas cítricas e em outros alimentos) é capaz de fazer milagres por nossa saúde – desde melhorar a circulação sanguínea e o sistema imunológico até proteger o coração. Não é de surpreender que ela seja também uma grande parceira da beleza. E foi na categoria antissinais que ganhou fama, lá na década de 1960, muito antes de outros ingredientes consagrados, como o ácido retinoico, usado para tratar rugas e manchas. A potente ação antioxidante (que barra a atividade dos radicais livres, moléculas que aceleram o processo de envelhecimento celular) foi o que manteve a vitamina C no posto de aliada da pele desde então.

Porém, para que a substância possa ter suas ações efetivas no organismo é preciso que ela seja aplicada e ingerida da maneira correta. Para isso, desmistificamos algumas ideias em torno da vitamina C para que seus benefícios sejam 100% aproveitados.

1. Ingerir a substância é mais eficiente que aplicá-la sobre a pele

Não há dúvida de que a suplementação rende inúmeros ganhos para a saúde. No entanto, quando o assunto é pele, a absorção é mais eficaz com a versão tópica. “Estudos demonstraram que, no tratamento do envelhecimento cutâneo, essa versão atinge níveis de concentração muito maiores se comparada ao consumo por via oral”, diz Juliana. Lançar mão das duas opções é ainda melhor. Devem ser adotados na dieta alimentos ricos nessa vitamina, como acerola, caju e laranja.

Leia mais: 16 produtos de beleza com vitamina C

2. Só funciona em peles jovens

Criar o hábito de uso diário é mais fácil para as jovens, que estão iniciando nos cuidados faciais, do que para quem vai passar a incluir a vitamina na rotina quando a pele já está madura. A dermatologista Mônica Azulay, do Rio de Janeiro, explica que os benefícios são os mesmos para qualquer estágio. A ressalva é que nas mais velhas pode ser necessário agregar outros tratamentos.

Leia mais: 9 alimentos que ajudam a limpar a pele

3. Quanto mais vitamina, melhor

Segundo Vânia Leite, a alta concentração do ativo no produto não é suficiente. Para garantir a eficiência, é preciso que o veículo cosmético seja adequado (pode ser sérum, gel, emulsão, entre outros), a fórmula esteja estabilizada e a embalagem impeça o contato do conteúdo com o oxigênio. “Não podemos esquecer que, quanto mais alta a concentração, mais difícil deixá-la estável”, avisa Fernanda. “Por isso, acredito que até 20% seja ideal.”

Leia mais: Sucos da beleza: sete receitas para cuidar da pele, do cabelo e do corpo

Comentários
Deixe um comentário

Olá, ( log out )

* A Abril não detém qualquer responsabilidade sobre os comentários postados abaixo, sendo certo que tais comentários não representam a opinião da Abril. Referidos comentários são de integral e exclusiva responsabilidade dos usuários que escreveram os respectivos comentários.

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s