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5 ácidos para manchas na pele que você precisa conhecer

Os ácidos e os clareadores podem ajudar a reduzir o problema, mas fique de olho nos cuidados de proteção com a pele

Por Da Redação Atualizado em 5 jul 2022, 13h31 - Publicado em 6 jul 2022, 08h01

O inverno é o momento ideal para tratar os danos comuns que acontecem pela incidência da radiação – e quando o assunto são manchas na pele, os ácidos são grandes aliados! Vamos juntas descobrir as melhores opções, e compreender melhor os seus usos na rotina de beleza?

“Podemos investir em tratamentos para o clareamento de manchas e controle do melasma, uma dermatose comum em mulheres no período da gestação e caracterizada por manchas escuras e simétricas que surgem nas maçãs do rosto, testa, nariz e lábio superior. E os ácidos surgem como boas opções, na medida em que oferecem efeito de renovação celular ou de clareamento das manchas”, destaca Mônica Aribi, dermatologista sócia efetiva da Sociedade Brasileira de Dermatologia, da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica e International Fellow da Academia Americana de Dermatologia. Com ajuda da médica, selecionamos cinco ácidos que são importantíssimos no tratamento das manchas e podem ser usados com orientação médica.

Ácido azelaico

Com ação clareadora, é uma opção terapêutica que pode ser usada inclusive na gestação para prevenir, melhorar, controlar e clarear o melasma, segundo a dermatologista. “Esse ácido age nas células produtoras de pigmento (melanócitos), interrompendo essa atividade e seu desenvolvimento. É um ativo que age no excesso de pigmentação e não no pigmento normal da pele, inibindo uma enzima chamada tirosinase, que atua e estimula o processo de produção de melanina, o pigmento que dá cor à pele”, explica. A substância pode ser utilizada na face e no corpo.

Ácido retinóico

Mesmo sem ter uma ação clareadora direta, esse ácido é indicado para melhorar a renovação celular, o que ‘elimina’ as células manchadas da superfície. “Por esse efeito de renovação, ele pode ser usado em associação a outras substâncias clareadoras com o benefício de trazer à superfície células sem manchas”, afirma a médica. mas, atenção: é necessário ter cautela e orientação médica para o uso por ele ser fotossensível e necessitar, no dia seguinte, de um bom fotoprotetor.

Ácido glicólico

Também um forte aliado por ter forte capacidade esfoliante, esse ácido quebra e diminui a adesão entre as células da primeira camada, abrindo portas de entrada para que haja penetração de tudo que está com ele. “Por isso, ele pode ser um complemento para atuar contra as manchas, na medida em que diminui a espessura da pele e facilita o trabalho de substâncias clareadoras”, diz.

Ácido kójico

Permitido também durante o verão e em períodos gestacionais, ele é derivado de várias espécies fúngicas e é considerado extremamente importante para o tratamento de manchas. “Ele é um potente despigmentante natural e inibe a ação da tirosinase, promovendo a diminuição da formação de pigmento, e pode ser usado sinergicamente com vários outros ativos clareadores para potencialização dos resultados.”

Ácido Ascórbico

A famosa Vitamina C é um poderoso antioxidante. “Esse ácido uniformiza o tom de pele e tem duas ações importantes no clareamento: inibe a atividade da enzima tirosinase, responsável pela síntese de melanina; e tem efeito protetor da radiação UV, já que a fotoexposição gera espécies reativas de oxigênio, que desencadeiam a produção de pigmentos na pele. Prefira as fórmulas que visam manter a estabilidade da vitamina, já que o composto é quimicamente instável, perde rapidamente suas propriedades em contato com a luz, o oxigênio e o calor”, destaca.

Por fim, a médica lembra que a consulta é fundamental, já que o dermatologista pode indicar também o uso de lasers de baixa potência, que ajudam muito a tratar as manchas.

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