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Manual prático da paquera

Baixa auto-estima? Timidez? Histórico de rejeições traumáticas? Seus problemas acabaram! Garanta já sua participação na perpetuação da espécie

Por Redação M de Mulher
Atualizado em 21 jan 2020, 11h07 - Publicado em 7 nov 2008, 21h00

O grande entrave da paquera é o medo de ser rejeitado
Foto: Gloss

A conquista do sexo oposto é essencial para a manutenção da espécie desde que o mundo é mundo. É elementar, minha cara leitora: se seu pai não tivesse flertado com sua mãe (ou vice-versa) você não estaria aqui lendo esta reportagem. Partindo desse princípio básico, paquerar deveria ser fácil e natural: radar acionado, você encontraria o macho que a interessa (ou seria encontrada por ele) e iniciaria movimentos de sedução até fisgá-lo (ou ser fisgada). Mas é aqui que a coisa se complica: o que preciso fazer para agradá-lo? Serei bem aceita? Dúvidas e inseguranças teimam em travar qualquer ação. Segundo especialistas em comportamento, o grande entrave da paquera é o medo de ser rejeitado. “Ser humilhado é muito doloroso. Muitas vezes a pessoa prefere nem arriscar uma aproximação”, diz Ailton Amélio da Silva, professor de relacionamento amoroso do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo. Baixa auto-estima, timidez e experiências traumáticas de rejeição agravam o pudor.

Estudiosa da neurolingüística e autora do best seller Flirt Coach (algo como Treinamento para o Flerte, sem título em português), a inglesa Peta Heskell defende que não há nada de mau em partir para a conquista. Ao contrário. Paquerar, segundo ela, é divertido e inofensivo – e deve ser praticado, ainda que não resulte em romance. Estar aberta para conhecer pessoas pode gerar amizades, contatos profissionais e, lógico, namoro!

Primeira lição: goste de si mesma

Em seu Manual da Paquera (este sim traduzido para o português), Peta ensina que a primeira lição para ser uma boa paqueradora é gostar de si mesma. “Quem não acredita que é atraente deixa claro que tem essa impressão sobre si, mesmo que não fale sobre o assunto. Existe uma comunicação física, que não passa pela fala”, diz a autora. Outra dica: é melhor arriscar do que perder uma oportunidade. Imagine deixar de conhecer um cara que te olhou (e despertou seu interesse) por vergonha de se aproximar! E se ele for ainda mais tímido que você? Peta conta que, certa vez, se encantou por um motociclista durante um evento. Entregou um cartão a ele e mais tarde, quando o sujeito já se preparava para ir embora, o abordou novamente e perguntou se ele a levaria para dar uma volta de moto. “Dois anos depois, ainda estamos juntos!”, comemora a autora. E conclui: “Se por acaso tivesse sido rejeitada, eu não faria disso o fim do mundo. Aprenda a não se levar tão a sério, a rir das próprias dificuldades”.

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