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Mostra no Rio de Janeiro reúne mais de 100 obras de artistas nacionais

De acervo privado, obras de artistas nacionais de diferentes épocas e movimentos fazem um recorte valioso da nossa produção

Por Isabella D'Ercole Atualizado em 17 mar 2021, 17h08 - Publicado em 24 mar 2021, 11h00

Com cerca de 2,5 mil obras, uma das mais conceituadas coleções de arte privada do mundo pertence ao casal brasileiro José Olympio e Andrea Pereira. O presidente do banco Credit Suisse no país e sua esposa, que afirmam terem começado a empreitada despretensiosa nos anos 1980, priorizam produções de artistas nacionais a partir da década de 1940 até hoje. Merecem destaque nomes renomados, como Claudia Andujar, Tunga, Rosângela Rennó, Leda Catunda e Leonilson, que se mesclam a artistas jovens.

Felizmente, esse tesouro não é mantido longe do público. São frequentes os empréstimos até para exposições internacionais, além de terem montado o Galpão da Lapa, em São Paulo, espaço onde armazenam e mostram suas obras.

Obras de arte
Do topo, prosseguindo em sentido horário, “Tô Engarrafada” (2013), de Marina Rheingantz; “Autorretrato com veneno” (2004), Laura Lima; “Jardim nº 31” (2015), de Lucia Laguna; “Masks” (2012), de Daniel Steegmann Mangrané. Jardim nº 31, Eduardo Ortega; Autorretrato com veneno, Romulo Fialdini; as demais/Divulgação

Agora, de 24 de março a 24 de maio, cederão peças da coleção para a exposição 1981/2021: Arte Contemporânea Brasileira na coleção Andrea e José Olympio Pereira, que acontece no Centro Cultural Banco do Brasil, no Rio de Janeiro.

Sob curadoria de Raphael Fonseca, mais de 68 artistas e 110 obras estarão dispostas em oito salas. Lembrando que, por causa das medidas de segurança em decorrência da pandemia, o público é reduzido a 20% do total e é preciso reservar ingressos previamente pelo site eventim.com.br.

Obra de arte
“Carmen Miranda – Uma Ópera da Imagem” (2010), de Laercio Redondo. Foto/Divulgação

 

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