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6 verdades sobre as fragrâncias

Desde o que pode ajudar no momento da compra até o modo de usar, as dicas dos especialistas para tirar melhor proveito dos perfumes.

Por Bruna Bittencourt 5 jan 2014, 06h00 | Atualizado em 22 out 2016, 20h17
Pedro Rubens
Pedro Rubens (/)
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  1. Experimentar antes da compra é essencial

O motivo é que a fragrância interage com a pele da gente – que, aliás, pode ter alterações de odor de acordo com os hábitos. Assim, alimentação gordurosa demais ou rica em temperos – como pimenta, cebola e alho –, ingestão excessiva de álcool e abuso de fumo são alguns dos fatores que alteram o cheiro natural. Conclusão: o aroma do perfume no papelzinho de prova da loja ou o cheiro gostoso que você sente em sua amiga podem não corresponder exatamente à fragrância que ficará em você.  Ou seja: experimente sempre os perfumes que chamam sua atenção.

  1. Levar no impulso é furada

O perfume se modifica durante o dia. “O que você sente quando borrifa a fragrância pela primeira vez são as notas de saída, que duram em torno de 30 minutos na pele”, ensina Helen Augusto, especialista em perfumes da casa de fragrâncias Givaudan, em São Paulo. Segundo ela, é só depois desse período, pelas próximas quatro a seis horas, que o perfume apresenta o cheiro de verdade. A melhor opção é testar o produto logo pela manhã e esperar até o fim do dia ou mesmo o dia seguinte para decidir a compra.

  1. O truque de Cheirar café antes pode interferir no aroma
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Cheirar grãos de café, hábito difundido como método para “limpar o nariz” depois de sentir diversos perfumes na loja, mais atrapalha do que ajuda. “Em vez de neutralizar, o grão pode interferir na percepção de detalhes da fragrância que você irá sentir a seguir”, afirma Tanara Justa, gerente de desenvolvimento de fragrâncias da International Flavors&Fragrances (IFF),
em São Paulo. Se o objetivo é preparar um pouco o nariz para o próximo aroma, a recomendação da especialista é cheirar a roupa ou a própria pele.

  1. Fixador não existe

A perfumista Tanara Justa diz que a durabilidade de um perfume está ligada à concentração de notas de fundo, que têm moléculas maiores e mais pesadas do que as notas de saída e de corpo – e, por isso, demoram a evaporar. “Quanto maior a concentração dessas notas,
em geral amadeiradas ou orientais, mais o perfume irá durar.” A dica é ficar de olho no nome do produto: palavras como intense e absolut sugerem que a fragrância é mais pesada e tende a durar bastante; as expressões verão, fresh e light indicam perfumes mais frescos e voláteis.

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  1. Hidratar a pele ajuda o perfume a durar mais

A camada de proteção formada pelo hidratante não só impede a perda de água pela pele como também é responsável por segurar o perfume por mais tempo no corpo. Mas tenha um cuidado extra com o aroma do creme, que pode interferir um pouco no cheiro do perfume. Uma boa saída é usar um hidratante da mesma linha da sua fragrância preferida (caso exista). De quebra, isso ainda ajuda a potencializar o cheirinho escolhido. Outra opção é escolher cremes em versões neutras (quase sem odor).

  1. Aplicar nos lugares certos faz diferença
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Não existe uma forma certa de passar perfume, mas o ideal é espalhá-lo nas áreas onde a circulação sanguínea é maior, como atrás das orelhas e nos lóbulos, punhos e áreas de dobras – atrás do joelhos e na junção do antebraço, por exemplo. De preferência, não esfregue, pois isso aquece a região e favorece a evaporação. O método da bruma (quando se espirra o perfume no ar e se entra na nuvem) funciona como complemento, mas não fixa a fragrância na pele. “Evite espirrar sobre relógio ou pulseira, pois o metal e o couro podem reagir e interferir no aroma”, diz Tanara.

 

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