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Dicas para manter a saúde mental em 2023

A psicóloga Vanessa Gebrim conta como cuidar mais da mente neste novo ano

Por Sarah Catherine Seles
15 jan 2023, 08h53

Cuidar da saúde mental pode estar entre suas metas para esse ano, mas talvez você não saiba por onde começar. A psicóloga Vanessa Gebrim dá dicas de como manter seu bem-estar psicológico em dia ao longo de 2023. Lembrando que os cuidados são constantes e essenciais para se manter bem, ok?

Uma pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde em 2020, aponta que 86,5% da população brasileira convive com ansiedade. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil é o país que ocupa o primeiro lugar no mundo de pessoas com algum tipo de transtorno ansioso, cerca de 18,6 milhões.

Ter um tempo para si e para se distrair, procurar estar próximo de pessoas queridas e companhias que fazem bem, praticar atividades físicas com mais frequência, controlar um pouco mais o uso do celular, meditar, se cobrar menos e fazer terapia para o autoconhecimento”, Vanessa elenca como essenciais.

Uma mulher faz exercícios físicos em casa.
A atividade física ajuda a manter a saúde mental e física. (Freeletics/Divulgação)

Além de ter acompanhamento psiquiátrico e tratamento terapêutico, é importante manter pequenas ações no dia a dia. “Cuidar da alimentação, priorizar o sono, fazer coisas que dão prazer, ter uma espiritualidade, manter a mente ativa e cultivar pensamentos positivos”, são alguns dos hábitos para manter, segundo a psicóloga.

Segundo a especialista, a falta de organização é a maior inimiga da ansiedade. Assim, manter sua rotina organizada, ter horários e programações estabelecidas é essencial para a saúde mental.

Investir no autoconhecimento ajuda muito a encontrar os gatilhos que contribuem para que se desenvolva a ansiedade patológica”, aponta. Fazer programas consigo mesma, escrever e colocar os sentimentos para fora, auxilia a compreender quais os gatilhos da sua ansiedade. 

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Estar sozinha pode ser uma oportunidade para nutrir o autoconhecimento e autocuidado.
Estar sozinha pode ser uma oportunidade para nutrir o autoconhecimento e autocuidado. (Samuel Theo Manat Silitonga (Pexels)/Reprodução)

Os vilões da saúde mental

A psicóloga aponta, ainda, que os piores vilões da autocobrança são o perfeccionismo e a comparação. As duas armadilhas para a mente, que nos fazem entrar em um looping de cobrança e autodepreciação. “É importante se permitir cometer erros, evitar focar nas partes e sim no todo”, afirma.

“Eu sempre digo que ‘fazer é melhor que perfeito’. Outro ponto importante é valorizar as vitórias, mesmo que sejam pequenas. Saber que todos temos qualidades e reforça-las é muito importante, além de se valorizar”, finaliza.

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