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Nem metade das crianças de SP estão protegidas da poliomielite

A doença infecciosa não tem tratamento e pode gerar até paralisia, por isso a vacinação é a única forma de prevenir

Por Da Redação Atualizado em 13 nov 2020, 16h49 - Publicado em 13 nov 2020, 17h30

A campanha de vacinação da poliomielite precisou ser estendida por conta da baixa adesão. Pernambuco, São Paulo, Paraná, Sergipe, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Pará, Minas Gerais e Rio Grande do Sul são alguns dos estados que aumentaram o seu prazo. Ainda assim, há metas de imunização que não foram batidas.

Em São Paulo, por exemplo, das 2,2 milhões de crianças que precisavam receber a vacina, só 48% já estão imunizadas neste ano. Por isso, a Secretaria de Saúde do estado pode prorrogar a campanha, que acaba nesta sexta-feira (13). O objetivo é imunizar 95% do público-alvo, número que já está mais próximo da realidade de Pernambuco. Ao estender a campanha, o estado atingiu até ontem 80% das crianças.

Durante o primeiro ano de vida, três doses da vacina contra a pólio devem ser administradas, sendo uma aos 2 meses, a segundo aos 4 e a última aos 6 meses. Um reforço deve ser dado aos 15 meses e com 4 anos. Lembrando que a aplicação é via oral, ou seja, só duas gotinhas do imunizante.

Erradicada no Brasil há 30 anos, a poliomielite é uma doença infectocontagiosa severa, em que o sistema nervoso é atingido. As consequências podem ser a paralisia permanente ou transitória dos membros inferiores. Como não existe tratamento, a vacina é a única forma de proteção. Em caso de dúvidas, procure um médico.

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