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Nova Zelândia forma um dos parlamentos mais diversos do mundo nas eleições

48% dos 120 assentos disponíveis serão ocupados por mulheres, um aumento de 10% em relação à eleição anterior

Por Da Redação
17 nov 2020, 18h00 •
A chanceler Nanaia Mahuta acompanhada por Patsy Reddy, governadora-geral, e a primeira-ministra Jacinda Ardern. Foto: (Hagen Hopkins/Getty Images)
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  • Ao mesmo tempo em que, cá no Brasil, comemoramos a maior presença de mulheres cis, trans, negras e jovens nas Câmaras Municipais pelos próximos 4 anos, na Nova Zelândia a diversidade também marcou os resultados das eleições, formando um dos parlamentos mais diversos do mundo.

    Dividida entre seis partidos, a Câmara dos Representantes possui 120 assentos disponíveis. Destes, 57 serão ocupados por mulheres, um aumento de 10% em relação às eleições de 2017. O número de parlamentares LGBTQ+ também cresceu de 7% para 11%, com 13 legisladores eleitos.

    Apenas o total de maoris, povo tradicional do território neozelandês, apresentou uma pequena redução, caindo de 23% para 21%, totalizando 25 representantes indígenas.

    Reeleita para um segundo mandato como primeira-ministra, Jacinda Ardern também montou um gabinete mais diverso. Seu vice-primeiro ministro, Grant Robertson, será o primeiro governante assumidamente gay a ocupar o cargo no país.

    Já a pasta das Relações Exteriores será pela primeira vez comandada não apenas por uma mulher, mas uma mulher indígena: a ministra maori Nanaia Mahuta.

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    Em entrevista a Radio New Zealand, a chanceler, que já havia sido a primeira maori ministra do Desenvolvimento, declarou ser um grande privilégio ocupar o novo posto.

    “Somos o primeiro país a dar às mulheres o direito ao voto, o primeiro país a garantir que somos progressistas nas questões relacionadas às mulheres”, disse.

    E continuou afirmando que segue “a linha de um longo legado de primeiras mulheres e espero que muitas outras mulheres de ascendência maori e mestiça em toda a Nova Zelândia vejam isso como a quebra de barreiras em áreas que foram muito fechadas para nós, em termos de oportunidades profissionais.”

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