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10 segredos de cozinha revelados por chefs renomados

Truques de família, ingredientes inusitados e mais – aprenda o que os profissionais fazem para dar um toque especial às receitas!

Por Beatriz Lourenço
7 fev 2025, 06h00 •
Um grupo de chefs renomados revela seus segredos de cozinha
Um grupo de chefs renomados revela seus segredos de cozinha (Lais Acsa/Divulgação)
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  • Os chefs de cozinha conseguem transformar uma simples receita em arte! Além de técnicas avançadas, eles usam alguns truques na hora do preparo – seja organizando muito bem a bancada antes de começar ou adicionando alguns ingredientes inusitados.

    Pensando nisso, descobrimos os segredos de profissionais renomados para criar um prato delicioso. Confira:

    Caio Alciati, chef da LosDos Cantina 

    Como usar gergelim na cozinha: “Moam o gergelim! Aqueles moedores de restaurante japonês estão aí por um motivo — o gergelim inteiro não se incorpora a nada. Quando você mói, o sabor e o aroma se transformam. E não se esqueça: tem que tostar antes”, alerta o chef. 

    O restaurante despojado inspira-se, como o nome entrega, nas cantinas mexicanas: locais simples, que servem comida tradicional, do dia a dia - ponto de partida para as novas criações
    Caio Alciati, chef da LosDos Cantina (Laís Acsa/Divulgação)

    Toshi Akuta, chef do Otoshi Izakaya e do delivery Otodokê

    Como fazer o ovo mexido perfeito: “⁠⁠Misture um pouco de maionese na hora de bater ovo para fazer ovo mexido. Isso deixa ele mais cremoso. Prepare no fogo baixo, mexendo sempre”, diz Akuta.

    Dica extra: “Além disso, bater alho com azeite no liquidificador e guardar num pote na geladeira facilita muito o dia a dia.”

    Inaugurado no início de 2023 pelo chef Toshi Akuta, o Otoshi Izakaya é um verdadeiro tributo à tradição dos botecos japoneses: um lugar descontraído, para sentar no balcão ou nas mesinhas e compartilhar diversos pratos, acompanhados de drinks, cervejas ou, claro, sakês
    Toshi Akuta, chef do Otoshi Izakaya e do delivery Otodokê (Lais Acsa/Divulgação)
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    Bel Coelho, chef dos restaurantes Cuia e Clandestina

    Como reverter sal em excesso na comida: “A primeira dica que eu daria é sempre ter caldos no freezer — caldo de frango, de vegetais e de carne. Isso faz muita diferença no resultado final de várias receitas. Para resolver um prato que ficou muito salgado, é possível diluir com o caldo. É um coringa que é sempre bom ter à mão”, comenta. 

    Dica extra: Outro conselho da chef é fazer manteigas saborizadas e sempre ter um pesto caseiro! “Ele é ótimo para finalizar massas, sopas e risotos – traz muito sabor. A vantagem é que dá para deixar tudo isso no freezer ou na geladeira.”

    Há mais de 25 anos, Bel traduz em sua cozinha os propósitos e lutas que defende com firmeza e competência. Paulistana de ascendência portuguesa e italiana, a chef formou-se no Culinary Institute of America, em Nova York, e passou por algumas das mais premiadas cozinhas do mundo
    Bel Coelho, chef dos restaurantes Cuia e Clandestina (Lais Acsa/Divulgação)

    Gabi Guerriero, chef do bar e restaurante Paloma

    Como deixar o molho de tomate mais gostoso: “Eu coloco um pouco de curry no molho de tomate porque deixa o sabor mais intenso, sem alterar a característica clássica dele. Costumo usar para pizzas, mas em massas e outros preparos também fica sensacional”, revela. 

    Outro segredo de família da chef é usar erva doce in natura e as sementes, em refogados e preparos no geral. “Minha avó costumava usar as sementes em vários doces e a forma in natura em molhos como bolonhesa e saladas“, completa.

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    A chef Gabi Guerreiro é responsável pela cozinha do Paloma, localizado no edifício Copan, centro de São Paulo
    Gabi Guerriero – chef do bar-restaurante Paloma (Dani Neves/Divulgação)

    Natália Ebone, chef do restaurante italiano Bosco

    A melhor batata para nhoque: “No nhoque, utilizo a batata Asterix porque tem mais amido e menor umidade. Cozinho as batatas com casca para evitar a absorção excessiva de água, descasco e as espalho em uma superfície para que a água evapore e a umidade reduza ainda mais”, explica a chef.

    “Deixo esfriar e depois guardo na geladeira de um dia para o outro com um pano por cima. O pano vai ‘segurar’ a água que evapora da batata. Tudo isso ajuda a firmar a massa e reduz a necessidade de farinha, resultando em um prato mais leve”.

    A chef Natália Ebone ao lado da mãe, Salete (em pé), e do irmão Felipe. Ao fundo é possível visualizar o croqui do Museu de Arte Contemporânea de Niterói, feito de próprio punho por Oscar Niemeyer
    A chef Natália Ebone ao lado da mãe, Salete (em pé), e do irmão Felipe. Ao fundo é possível visualizar o croqui do Museu de Arte Contemporânea de Niterói, feito de próprio punho por Oscar Niemeyer (| Foto: Raphael Criscuolo/CLAUDIA)

    Rodrigo Freire, chef do restaurante Preto Cozinha

    Como fazer o peito de frango perfeito: “Sempre que fizer um peito de frango, deixe-o marinando por pelo menos 20 minutos em uma pitada de sal e duas de açúcar. Isso vai garantir que ele fique úmido depois de grelhado”, conta.

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    Dica extra: “Você também pode aproveitar a oportunidade e colocar alguns pedaços de aparas de vegetais, como cebola ou raiz de coentro, para adicionar sabor na marinada.”

    Preto é o apelido de infância do chef Rodrigo Freire, que se inspira em suas memórias e nas receitas de família para construir um cardápio que exalta os sabores baianos. Uma Bahia que foge dos estereótipos e que brilha em criações autorais. Rodrigo é soteropolitano e trabalhou como advogado antes de trocar o Direito pela cozinha
    Rodrigo Freire, chef do restaurante Preto Cozinha (Lais Acsa/Divulgação)

    Alexandre Saber, chef do Sassá Sushi

    Como fazer polvo em casa: O preparo do polvo na culinária japonesa desperta muita curiosidade, especialmente em relação ao método ibérico. Enquanto na culinária japonesa o polvo adquire uma textura “al dente”, na culinária ibérica ele fica macio, resultado do cozimento em panela de pressão.

    “Prefira polvos médios a grandes, com peso entre 2,5 kg e 3,5 kg. Em uma panela grande, coloque água para ferver. Para temperar a água, adicione 100 g de sal refinado e 150 ml de shoyu. Para amolecer a gordura dos tentáculos, inclua rodelas de nabo durante o cozimento. Depois, cozinhe o polvo por 40 minutos e retire, resfriando-o rapidamente com gelo durante 20 minutos. A carne do tentáculo deve ficar levemente áspera ao toque. Se estiver brilhante e escorregadia, o polvo ainda estará cru”, lista o chef.

    “Ah, e não descarte a gordura do polvo! Ela pode ser usada para preparar uma salada deliciosa com molho ponzu.”

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    O chef ensina como fazer polvo no método ibérico
    Alexandre Saber, chef e proprietário do Sassá Sushi (Mario Rodrigues Jr./Divulgação)

     

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