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Como salvei o nosso primeiro encontro

Parecia que a noite estava perdida. Mas consegui contornar as gafes e o conquistei

Por Redação M de Mulher - Atualizado em 20 jan 2020, 20h14 - Publicado em 8 ago 2010, 21h00
Como salvei o nosso primeiro encontro

Meu encontro com o Cadu parecia uma 
roubada. Mas insisti e me dei bem!
Foto: Arquivo – Sou Mais Eu!

Era junho de 2008 quando entrei numa sala de bate-papo na internet e conheci o Cadu. Trocamos MSN e conversamos por duas semanas antes de marcar o primeiro encontro. Me impressionei com o sorriso dele numa foto. O gosto dele por literatura e música brasileira era igualzinho ao meu. Tomei a iniciativa de convidá-lo para um cinema. Ver um filme é uma boa opção para quem ainda não se conhece direito. Se rolar um beijo, legal. Mas não existe a pressão para acontecer logo de cara.
 
Quando entramos na sala de cinema, procurei uma poltrona com o encosto lateral levantado. Eu queria que ele chegasse perto de mim para cochichar algo sobre o filme ou encostar suas mãos nas minhas. Para minha frustração, Cadu abaixou o encosto e, durante a sessão, cruzou os braços para se concentrar no filme. Fiquei sem graça e insegura diante dessa frieza. O que fazer, então, depois do cinema? Convidei o Cadu para ir a um  restaurante no meu carro. Chegando lá, pedi um sanduíche de filé. Quando fui comê-lo, mordi  a carne sem força suficiente para separá-la do lanche. Fiquei com ela pendurada para fora  da boca! 

Eu já estava constrangida, mas tudo piorou quando ele perguntou se eu queria uma faca ou uma tesoura para ”abater” aquela carne. Pode? Dei risada da situação onstrangedora e, por alguns momentos, achei que não havia mais clima para uma noite romântica… Porém, apesar das gafes, consegui contornar a situação. Engatamos um namoro dias depois e, em breve, vamos morar juntos. Veja como quebrei o gelo no nosso primeiro encontro – que tinha tudo para dar errado! – e conquistei o cara! 

1. Fui espontânea

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Depois do jantar, perguntei se ele queria que eu o levasse para o terminal de ônibus. Ele disse que preferia conversar mais. Apesar das gafes, nossa conversa fluía bem. Perguntei se ele queria ouvir música. Eu havia preparado uma surpresa: coloquei canções da Elis Regina. O Cadu já tinha me dito que gostava dela. Ele adorou, e assim fi quei mais segura das minhas chances de fisgá-lo ali.

2. Meu elogio sincero foi sinal de que estava a fim

Conversamos por mais de quatro horas dentro do meu carro! Não faltou assunto.
Ao final, parecíamos amigos de longa data. Aí, tomei a liberdade de elogiar o sorriso dele, que ao vivo era ainda mais bonito do que nas fotos. Ele ficou sem graça, mas percebeu que era um sinal de que eu estava interessada nele. 

3. Deixei a conversa fluir até que ele ficasse à vontade para me beijar

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Depois de ele negar, meio sem graça, que tinha um belo sorriso, ficamos em uma conversa sobre pessoas com dentes feios, mau hálito, tratamentos odontológicos… Eu sabia que esse papo não tinha nada a ver, mas percebi que ele estava relaxado com a conversa. Dei corda. Nisso, Cadu foi se aproximando lentamente. Até que ele chegou bem pertinho de mim e perguntou se não tinha mau hálito… Eca, achei bem esquisito. Mas a verdade é que Cadu aproveitou a deixa e me beijou, meio desajeitado. Ele não tinha mau hálito, claro! E a brincadeira rendeu quase meia hora de amassos.

4. Bom humor nunca é demais

A bateria do carro falhou porque o rádio ficou muito tempo ligado. Então, telefonei tranquilamente para o seguro do meu carro. O Cadu também manteve a calma e mostrou ter senso de humor em situações de tensão. Depois que o mecânico religou o carro, às 6 h da manhã, Cadu me convidou para tomar um café e continuar o papo, acredita? Nesse momento, eu já tinha conquistado a confiança dele e vice-versa.

Dica da especialista

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– Segundo a consultora de etiqueta Licia Egger Moellwald, vale tudo numa conquista. Só tenha cuidado para não parecer que você ensaiou o que falar para o pretendente. Pode soar falso.

– Elogios são sempre bem-vindos, desde que usados com moderação. Pode-se elogiar o relógio, a roupa ou o carro, mas de leve, para o rapaz não ficar confiante demais.

– Seja leve. Se algo inesperado acontecer, faça de tudo para deixar o outro à vontade. Nada de críticas ou risadas sarcásticas nessa hora.

Ela conduziu o papo

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”Antes do encontro, eu já sabia que a Andressa era interessante. Na internet,
ela reagia bem às minhas brincadeiras e tínhamos muitas afinidades. Do encontro, me impressionou a firmeza com que ela conduziu nossa conversa. Demorei para beijá-la, mas curti cada instante. E a primeira impressão foi ótima.”

Carlos Eduardo F. dos Santos, 30 anos é o namorado da Andressa

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