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Saiba como observar a última ‘superlua’ do ano

A 'superlua de esturjão' acontece nesta quinta-feira (11) e pode ser observada no céu a olho nu, com condições climáticas favoráveis

Por Sarah Catherine Seles
11 ago 2022, 10h11

A terceira e última superlua do ano poderá ser observada no céu de todo o Brasil nesta quinta-feira (11), caso as condições climáticas sejam favoráveis. O termo não é muito utilizado por astrônomos, mas significa, na prática, que a Lua aparece mais brilhante e maior do que o normal. Isso acontece porque ela está mais próxima ao seu perigeu, que é o ponto mais próximo da Terra durante sua órbita.

“Superlua de esturjão” é o nome do fenômeno que acontece em agosto. Ele foi nomeado dessa forma porque nesta época o peixe é encontrado em grande quantidade nos Grandes Lagos da América do Norte, um conjunto enorme de lagos de água doce localizado entre o Canadá e os Estados Unidos.

De acordo com a NASA, agência espacial norte-americana, essa é a terceira superlua que acontece em 2022. A primeira aconteceu em junho, chamada Superlua de Morango, e a segunda em julho, a Superlua dos Cervos.

É preciso que uma lua nova ou uma lua cheia esteja acima do limite de 90% do perigeu para que a aproximação do nosso satélite natural seja considerada uma superlua. “Como não podemos ver superluas novas (exceto quando a Lua passa na frente do Sol e causa um eclipse), o que chama a atenção do público são as superluas cheias, pois são as maiores e mais brilhantes luas cheias do ano“, diz a agência.

Como ver a superlua

Para observar a superlua basta que as condições climáticas estejam favoráveis, sem nuvens. A forma de enxergar melhor é olhar para o céu logo após a Lua surgir, horário que muda de acordo com sua região e fuso horário. Em São Paulo, ela irá surgir às 17h29 de amanhã. Já em Porto Velho, o fenômeno poderá ser observado a partir das 18h06. E no Recife, a Lua nasce às 17h06.

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Chuva de meteoros

Nesta mesma semana ainda acontece a chuva de meteoros Perseidas. O fenômeno ocorre todos os anos e alcançará seu pico nos dias 12 e 13 de agosto. A NASA afirmou que observadores localizados no hemisfério norte poderão observar a chuva, que costuma resultar em 50 a 100 “estrelas cadentes” (os meteoros) por hora, quando alcança seu auge.

No entanto, neste ano, por conta da Lua, a chuva de meteoros terá sua intensidade reduzida, tendo expectativa de no máximo 20 a cada hora. Isso acontece por conta do brilho da Lua cheia, que ofusca a visão dos espectadores.

No Brasil, a Perseidas será melhor vista em cidades do Norte e Nordeste. Para observar os meteoros não é necessário nenhum equipamento especial, apenas um ambiente com pouca luz, que favorece a visão.

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