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A importância do seguro de vida para as mães e mulheres autônomas

Como mãe e trabalhadora autônoma, não tenho condições financeiras para morrer. E agora?

Por Paola Carvalho, com oferecimento de BTG Pactual
Atualizado em 14 jun 2024, 13h04 - Publicado em 14 jun 2024, 11h15

O despertador toca 6h15, meu corpo salta da cama. É hora da maratona para levar o filho na escola: café da manhã, lancheira, cueca, uniforme, briga para escovar os dentes, cobrança pra sair de casa na hora… A descida das escadas é tensa, ele fala alto o suficiente para acordar os vizinhos, que já endereçaram comunicado oficial contra barulho. Caminhamos, damos bom dia ao porteiro da escola, vejo ele passar a catraca. Entrou. Ufa! 

Volto para casa — momento de tomar um café sozinha antes de trabalhar. Não tenho tempo a perder, mas ainda assim sou tomada por pensamentos catastróficos. 

E se eu tiver um treco aqui? E se não puder mais cuidar do meu filho nem ganhar dinheiro? Em vez de começar a escrever, resolvi tomar uma atitude prática. Pesquisei e pronto: contratei um seguro!

Seguro de Vida pode servir para internação hospitalar, desemprego e doenças

A chegada da apólice do seguro de vida foi um alento para a minha autonomia financeira. Não, seguro de vida não é só para caso de morte. Ele cerca muitos dos meus mais assustadores fantasmas. A cobertura prevê, por exemplo, o pagamento de diárias na necessidade de uma internação hospitalar. Se a doença for grave, escolhi receber um aporte de R$ 250 mil. No caso de invalidez permanente ou por acidente, a indenização é de R$ 1 milhão.

Em situações de desemprego, algumas seguradoras oferecem auxílio na cobertura das despesas básicas até que uma nova oportunidade profissional se apresente. Resolve? Não! Mas contratar o seguro que cabe no meu orçamento me deu mais tranquilidade no café da manhã. 

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Pode parecer cômico, mas nunca levei um cardápio de doenças tão a sério. Assim como quem compara planos de streaming para saber onde estão os filmes desejados, parei na tabelinha que detalha três pacotes de doenças graves: Essencial, Plus e Premium. No primeiro, estão incluídos diferentes tipos de câncer. No segundo, acrescenta-se infarto agudo do miocárdio, AVC, doença de Alzheimer, insuficiência renal, mal de Parkinson… 

Depois de pensar em cada uma dessas situações tentando lembrar do histórico da família inteira, não consegui “desver” o plano Doenças Graves Premium. Tinha acabado de ler o livro Oração Para Desaparecer, da escritora cearense Socorro Acioli, e ela me fez lembrar: “Quando a gente acha que entendeu tudo, o caos aparece para te lembrar que não somos coisa nenhuma”.

Segui com a contratação que incluía ainda coma por traumatismo craniano, doenças hepáticas, pancreatite, esclerose múltipla, queimaduras de 3° grau e doenças pulmonares crônicas, além de todo tipo de transplante.

Agora, junto com a minha reserva de emergência e previdência privada, tinha o plano de Doenças Graves Premium. Ah, e além disso, se eu morrer, vou arcar com o meu funeral sem incomodar ninguém. Família, lembre-se disso! Pronto! Agora sou uma mulher, mãe, trabalhadora, um tanto neurótica com dinheiro e irônica com as mazelas da vida. 

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Brasileiros procuram cada vez mais Seguro de Vida

Mas não estou sozinha: o Brasil bateu recorde na venda de seguros de proteção da vida. Somente em 2023, o setor arrecadou R$ 62,5 bilhões, maior resultado da série histórica. O levantamento foi feito pela Federação Nacional de Previdência Privada e Vida.

Ainda assim, estima-se que menos de 15% da população tenha algum tipo de cobertura. Uma pesquisa feita antes da pandemia pelo Ibope havia mostrado que 20% dos entrevistados desejavam adquirir um seguro e, entre os brasileiros de 16 a 24 anos, o interesse subia para 31%. Jovens espertos.

Mais que números, são pessoas que podem estar vivendo com o medo batendo à porta. Diante da ameaça ao trabalho, à renda e à autonomia financeira, é natural procurarmos maneiras de nos proteger. É reduzir a vulnerabilidade em um mundo que parece cada vez mais imprevisível.

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