Uso excessivo de celular aumenta risco de tendinite e outros problemas
Passar horas no Instagram ou no WhatsApp não é um hábito tão inofensivo assim
Atire a primeira pedra quem nunca passou horas deslizando os polegares na tela do smartphone. O hábito, que parece inofensivo até certo ponto, começa a preocupar especialistas, que se veem diante de pacientes queixando-se de dores nas mãos e nos pulsos.
Em 2014, a revista americana Lancet publicou o termo WhatsAppite, que, em português, seria algo como: Síndrome de WhatsAppinite, uma referência à tendinite.
Segundo o ortopedista Mateus Saito, de São Paulo, em entrevista ao Estadão, houve uma mudança no perfil dos pacientes. Hoje, os mais jovens, entre 12 e 17 anos, chegam aos consultórios se queixando de incômodos. Por outro lado, os idosos, que já têm algum nível de artrose e que acabam aderindo ao uso dos smartphones, também aparecem.
É preciso ficar atento aos hábitos e aos sintomas para procurar um especialista antes que qualquer problema se agrave. Uma avaliação profissional poderá verificar se há diagnósticos mais sérios, como tendinite, artrite ou mialgia. Além da redução do uso do celular, o especialista em mãos poderá indicar sessões de fisioterapia, terapia ocupacional ou o uso de órteses.
A prevenção é simples – mas não necessariamente fácil! Cuide-se para não passar horas a fio digitando ou rolando a tela e faça pausas durante o uso. Se possível, utilize o recurso de completar texto para evitar a escrita total das palavras. Sempre que possível, prefira ligar ou mandar uma mensagem de áudio. E, por fim, não deixe de reservar um tempo para ficar completamente desconectado.
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