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Protestos repudiam morte de Marielle e de Anderson

No Complexo da Maré, comunidade da vereadora, cerca de 2.000 pessoas se reuniram; em São Paulo, houve lavagem simbólica de sangue

Por Isabella Marinelli e Lia Rizzo
18 mar 2018, 18h55 • Atualizado em 18 mar 2018, 19h09
Manifestação em São Paulo em protesto contra a morte de Marielle Franco e Anderson Gomes (Lia Rizzo/CLAUDIA)
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  • O domingo foi de atos de repúdio ao assassinato da vereadora do PSOL do Rio Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, mortos na quarta-feira.

    Em São Paulo, manifestantes se reuniram em frente ao Masp, onde ocuparam um quarteirão, e, por volta das 15h, começaram uma caminhada, que desceu pela rua Augusta em direção ao centro. À frente, um cordão formado por mulheres negras. Palavras de ordem _puxados principalmente pelas ativistas Luka Franca, blogueira, e Laura Daltro _e cantos eram acompanhados por percussionistas mulheres. “É uma resposta necessária”, disse Luka a CLAUDIA.

    Com balde e vassoura, quatro mulheres negras lavaram simbolicamente o sangue de Marielle. A ação foi repetida pelo menos três vezes _na avenida Paulista, na escadaria da praça Roosevelt e em frente a um bar de stand up, que, segundo as organizadoras, tem com frequência, piadas racistas.

    Durante a caminhada, outros nomes de pessoas assassinadas foram lembrados, como o de Amarildo, Claudia Ferreira, DG (dançarino do programa “Esquenta”) e Luana Barbosa, mulher negra trans, morta em Ribeirão Preto após truculenta abordagem policial.

    Pacífico, o ato terminou na praça Roosevelt com cânticos e aplausos.

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    No Rio, houve uma marcha no Complexo da Maré, comunidade da vereadora. Por volta das 14h20, a manifestação, que reuniu 2 mil pessoas, segundo O Globo, partiu da Vila dos Pinheiros e acessou a Linha Amarela no sentido Barra. Em destaque, na frente, mulheres negras com a faixa “Marielle e Anderson presente! Hoje e sempre!”. O  menino Benjamim, de 1 ano e 7 meses, morto por uma bala perdida no Complexo do Alemão na sexta, também foi lembrado.

    O grupo ocupou a pista lateral da avenida Brasil, reunindo moradores das comunidades do entorno, parlamentares e artistas. O ato foi finalizado às 16h.

    O deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL) criticou duramente a desembargadora Marília Castro Neves, que publicou nas redes sociais que Marielle estava “engajada com o crime“. Ele já entrou com uma representação contra ela. O ator Marcelo Adnet, presente ao ato, pediu mais respeito à figura de Marielle. “Quando uma parlamentar é assassinada dessa maneira, e quando começam a difamar uma pessoa executada, que está morta e n��o pode mais se defender, isso não é mais uma discussão ideológica. É algo muito ruim. Temos que ter respeito e cuidado com essa execução, pois vivemos em uma cidade partida”, disse a “O Globo”.

    O Flamengo também homenageou as vítimas e entrou em campo om uma faixa e uma tarja preta de luto na camisa.

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    Leia também: A viúva de Marielli

     

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