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Morre bebê que foi arrancado do útero da mãe após ela ser assassinada

Mulher criou emboscada para matar grávida e ficar com a criança

Por 15 jun 2019, 12h00 | Atualizado em 17 fev 2020, 16h45
Bebê
 (Facebook/Reprodução)
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Morre bebê que foi arrancado do útero da mãe após ela ser assassinada Priorizar nos meus resultados Google

Um bebê que foi arrancado da barriga da mãe depois que ela foi assassinada morreu na última sexta-feira (14). Yovanny Jadiel Lopez estava na UTI em Chicago, nos Estados Unidos, desde o dia 30 de maio, quando o crime ocorreu. O caso chocou o mundo pela brutalidade e detalhes dignos de um filme de terror.

O parto causou danos cerebrais severos ao bebê, que não resistiu. Uma representante da família disse que a situação de Yovanny era terrível desde o momento em que chegou ao hospital. “Ele não conseguia respirar sozinho, nem comer. Ele sofreu muitos danos no cérebro, não existe remédio para isso. Só um milagre”, disse.

O crime

A jovem mãe de Yovanny, Marlen Ochoa-Lopez, de 19 anos, foi convidada por uma mulher que conheceu em um grupo no Facebook para ir a sua casa ganhar algumas roupas para o enxoval do filho. Quando chegou ao local, a mulher, Clarisa Figueroa, a matou por enforcamento. Depois, arrancou o bebê de sua barriga.

Clarisa chamou a ambulância depois de cometer o crime e disse que fora ela que havia dado à luz ao bebê em casa. Marlen foi dada como desaparecida até o dia 8 de maio, quando a polícia descobriu que ela e Clarisa haviam se comunicado através de um grupo de mulheres grávidas no Facebook. Depois de buscas, o corpo foi encontrado em uma lata de lixo.

Um exame de DNA provou que Yovanny era, na verdade, filho de Marlen e desde então o bebê ficou acompanhado do pai no hospital. Ele apresentou algumas melhoras durante os 45 dias de vida, mas, infelizmente, não resistiu aos traumas do parto.

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Segundo a polícia, o assassinato foi planejado. Clarisa já havia anunciado a familiares que estava esperando um filho e até publicou imagens de ultrassom e quarto de bebê em suas redes sociais, mas tudo era mentira. 

Clarisa, que teve a ajuda de seu marido Peter e de sua filha Desiree para concretizar o crime foram presos.

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