Morre bebê que foi arrancado do útero da mãe após ela ser assassinada

Mulher criou emboscada para matar grávida e ficar com a criança

Um bebê que foi arrancado da barriga da mãe depois que ela foi assassinada morreu na última sexta-feira (14). Yovanny Jadiel Lopez estava na UTI em Chicago, nos Estados Unidos, desde o dia 30 de maio, quando o crime ocorreu. O caso chocou o mundo pela brutalidade e detalhes dignos de um filme de terror.

O parto causou danos cerebrais severos ao bebê, que não resistiu. Uma representante da família disse que a situação de Yovanny era terrível desde o momento em que chegou ao hospital. “Ele não conseguia respirar sozinho, nem comer. Ele sofreu muitos danos no cérebro, não existe remédio para isso. Só um milagre”, disse.

O crime

A jovem mãe de Yovanny, Marlen Ochoa-Lopez, de 19 anos, foi convidada por uma mulher que conheceu em um grupo no Facebook para ir a sua casa ganhar algumas roupas para o enxoval do filho. Quando chegou ao local, a mulher, Clarisa Figueroa, a matou por enforcamento. Depois, arrancou o bebê de sua barriga.

Clarisa chamou a ambulância depois de cometer o crime e disse que fora ela que havia dado à luz ao bebê em casa. Marlen foi dada como desaparecida até o dia 8 de maio, quando a polícia descobriu que ela e Clarisa haviam se comunicado através de um grupo de mulheres grávidas no Facebook. Depois de buscas, o corpo foi encontrado em uma lata de lixo.

Um exame de DNA provou que Yovanny era, na verdade, filho de Marlen e desde então o bebê ficou acompanhado do pai no hospital. Ele apresentou algumas melhoras durante os 45 dias de vida, mas, infelizmente, não resistiu aos traumas do parto.

Segundo a polícia, o assassinato foi planejado. Clarisa já havia anunciado a familiares que estava esperando um filho e até publicou imagens de ultrassom e quarto de bebê em suas redes sociais, mas tudo era mentira. 

Clarisa, que teve a ajuda de seu marido Peter e de sua filha Desiree para concretizar o crime foram presos.

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