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McDonald’s entrará em greve para protestar contra abusos sexuais

Movimento acontecerá nos Estados Unidos

Por Da Redação - 13 set 2018, 21h02

Em Hollywood, as celebridades fundaram o movimento #MeToo para denunciar casos de assédio e abuso sexual. Isso garantiu visibilidade às violências sofridas por ela e um ambiente de trabalho sob constante vigilância. Em seguida, desta vez nome das mulheres com trabalhos comuns – sem o glamour hollywoodiano – então, foi criado o movimento #TimesUp. Agora, pela mesma lógica, o McDonald’s decidiu parar todos os trabalhos durante um dia para protestar contra os mesmos abusos.

Em 11 cidades dos EUA, a greve de trabalho já foi anunciada e começará na hora do almoço no dia 18 de setembro. Segundo o The Guardian, os organizadores estão chamando a paralisação de “a primeira greve em vários Estados dos Estados Unidos especificamente visando combater o assédio sexual”.

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Segundo reportagem da AP, o movimento foi criado por um grupo chamado de “comitês de mulheres”. Não há previsão de quantas pessoas participarão da paralisação ou que todos os restaurantes nas 11 cidades – entre elas Chicago, Los Angeles, Miami, Nova Orleans, St. Louis e São Francisco – seriam afetados.

Em comunicado, o McDonald’s divulgou defender as “políticas, procedimentos e treinamentos em vigor especificamente concebidos para evitar o assédio sexual”, observando que acredita que os franqueados sentiam o mesmo.

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Não é a primeira vez que a franquia se posiciona em nome do direito das mulheres. No Dia Internacional da Mulher desse ano, a placa de uma filial da marca em Los Angeles acordou invertida. O intuito era transformar o tradicional M em W de woman (mulher, em inglês).

A marca selecionou o restaurante de Patricia Williams, uma proprietária de três décadas e operadora de franquias de Los Angeles, para exibir o sinal especial ‘W’ fora de sua loja em Lynwood, na Califórnia.

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