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Mais de 300 padres católicos são acusados de pedofilia

Nomes foram citados nas três principais cidades do estado do Texas, nos Estados Unidos

Por Da Redação 1 fev 2019, 17h19

Analisando as últimas seis décadas no Texas, nos Estados Unidos, a Igreja Católica identificou os nomes de mais de 300 padres acusados de pedofilia. Foram listados nomes nas três principais cidades do estado: San Antonio (57), Houston (42) e Dallas (31), sendo que alguns aparecem repetidos em diversas listas.

A divulgação das informações são as mais recentes desde que a Igreja prometeu maior transparência sobre os abusos sexuais infantis envolvendo o clero. Recentemente, inclusive, mais dois casos apareceram: um padre em Houston e outro em San Antonio (que ainda está sendo investigado).

As 15 unidades da Igreja prometeram, em outubro de 2018, divulgar a extensa lista que data dos anos 1950. E, segundo autoridades da instituição, todos os padres acusados morreram ou foram removidos do clero.

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A Rede de Sobreviventes de Abusos Praticados por Padres (SNAP em inglês) comentou a divulgação e pediu às autoridades que, ainda assim, conduzam investigações independentes. Dessa forma, procuradorias de vários estados dos EUA já abriram investigações.

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A Igreja Católica tem enfrentado diversos escândalos, sendo que os abusos foram disfarçados pela hierarquia e as revelações aconteceram por todo o mundo, principalmente no Chile, na Austrália e nos Estados Unidos.

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Na Califórnia, outra lista, redigida pelo escritório de advogados Jeff Anderson & Associates apresentou novos nomes que foram omitidos pelas autoridades de San Bernadino. Enquanto a lista da eclesiástica citava 35 padres pedófilos, a do escritório apontou 84 nomes.

O relatório afirma ainda que pelo menos sete dos padres citados saíram de San Bernardino com destino para o México. Entre eles estaria o padre Fidencio Silva-Flores, clérico que abusou de Manuel Vega, policial aposentado que já move uma ação contra o Vaticano.

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