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Greve geral: saiba o que vai parar nesta sexta (14)

16 categorias de trabalhadores já confirmaram a participação na paralisação

Por Da Redação
12 jun 2019, 16h58 • Atualizado em 17 fev 2020, 16h51
 (Reprodução/Reprodução)
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  • A greve geral marcada para esta sexta-feira (14) já conta com a adesão de 16 categorias de trabalhadores. Os primeiros a confirmarem a participação foram os metroviários, ferroviários e motoristas de ônibus, que pretendem parar totalmente por 24 horas.

    Os bancários também decidiram aderir à greve em assembleia na noite de terça (11). Trabalhadores de bancos públicos e privados de São Paulo, Osasco, Rio de Janeiro e outras cidades do país confirmaram que irão se juntar aos outros trabalhadores e participarão do movimento. Professores de escolas públicas e privadas também participarão da paralisação.

    Apesar do comunicado dos metroviários e ferroviários, o Metrô de São Paulo informou que conseguiu uma liminar para manter 100% dos funcionários trabalhando em horários de picos e 80% no restante do dia. Já a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) também conseguiu ordem para manter 100% do quadro durante todo o horário de operação.

    O coordenador-geral do Sindicato dos Metroviários, Wagner Fajardo, afirma que a paralisação irá acontecer mesmo assim. “Nós decidimos fazer greve e não podemos mudar uma decisão que a categoria já tomou. Liminar sempre tem. Estamos acostumados”.

    Motivos

    Os trabalhadores que pretendem aderir à greve lutam contra a reforma da previdência, que altera pontos importantes, como o fim da aposentadoria por tempo de contribuição, obrigatoriedade de idade mínima de 65 anos para homens e de 62 para mulheres, aumento do tempo mínimo de contribuição de quinze anos para vinte anos e acaba com o cálculo para chegar ao benefício baseado nos 80% dos maiores salários, entre outros.

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    A paralisação também se opõe aos cortes de verbas na educação.

    A expectativa de grande parte dos sindicatos do Brasil é que as ruas fiquem completamente vazias nesta sexta. A greve foi aprovada pelos trabalhadores em um ato no Vale do Anhangabaú no dia 1º de Maio. De acordo com a Central Única dos Trabalhadores (CUT), ainda há categorias que farão assembleias com os trabalhadores essa semana para aprovar a adesão, mas a maioria já confirmou que vai participar.

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