Ícone de fechar alerta de notificações
Avatar do usuário logado
Usuário

Usuário

email@usuario.com.br
Oferta Relâmpago: Claudia por apenas 7,99

Doreen Bogdan diz que tecnologia não tem gênero – ou não deveria

Chefe do Departamento de Planejamento Estratégico da UIT mostra como educação machista afeta introdução das mulheres na tecnologia

Por Thaís Varela
21 set 2017, 18h28 • Atualizado em 15 abr 2024, 13h25
Doreen Bogdan participa do SDG Media Zone
Doreen Bogdan participa do SDG Media Zone (Thaís Varela/CLAUDIA)
Continua após publicidade
  • Inclusão feminina na tecnologia é um tema cada vez mais atual e que ainda demanda muitos esforços para podermos observar algum avanço – não só no mercado de trabalho da área, mas também no acesso às ferramentas. CLAUDIA está acompanhando em Nova Iorque, nos Estados Unidos, participando do SDG Media Zone, e mulheres na tecnologia foi um dos assuntos abordados na reunião.

    O evento reúne políticos, imprensa e especialistas para debaterem juntos temas relacionados às metas de desenvolvimento sustentável propostas pela Organização das Nações Unidas (ONU) e acontece paralelo a Assembleia Geral.

    Durante o painel, Doreen Bogdan, chefe do Departamento de Planejamento Estratégico da União Internacional de Telecomunicações (UIT), agência das Nações Unidas especializada em Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs), levantou a bandeira de que a tecnologia não tem gênero – ou não deveria ter.

    Uma pesquisa recente promovida pela ITU mostrou que a situação feminina na tecnologia é cada vez mais ultrapassada. Em média, 200 mil mulheres a menos do que homens possuem um celular, 250 mil mulheres a menos do que homens usam a internet e apenas 10% dos postos de trabalho no Vale do Silício são ocupados por mulheres.

    Com resultados alarmantes, a pesquisa analisa também as causas desses número negativos. Estereótipos de gênero (padrões sociais como “meninas devem brincar de boneca enquanto meninos com o carrinho”), falta de autoestima, falta de conhecimento e informação e poucas oportunidades de trabalho foram as principais causas apontadas para o atraso da inclusão feminina na tecnologia.

    Continua após a publicidade

    “Mesmo que a mulheres tenham acesso à tecnologia, ela não tem todo o conhecimento necessário para aproveitar totalmente. É assustador pensarmos que apenas 6% dos aplicativos são criados por mulheres, precisamos mudar isso”, defende Doreen.

    Para melhorar essa situação, ela acredita que quatro atitudes são necessárias: “Políticas públicas, planos, estratégias e investimento são algumas das ações essenciais para revertermos esse quadro e darmos oportunidades para as mulheres na tecnologia. Se conseguirmos proporcionar acesso igual à internet para homens e mulheres, iremos atingir as metas para o desenvolvimento sustentável”.

     

    Publicidade

    Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

    Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

    OFERTA RELÂMPAGO

    Digital Completo

    Moda, beleza, autoconhecimento, mais de 11 mil receitas testadas e aprovadas, previsões diárias, semanais e mensais de astrologia!
    De: R$ 16,90/mês Apenas R$ 1,99/mês
    RESOLUÇÕES ANO NOVO

    Revista em Casa + Digital Completo

    Receba Claudia impressa e tenha acesso ilimitado ao site, edições digitais e acervo de todos os títulos Abril nos apps*
    De: R$ 26,90/mês
    A partir de R$ 9,90/mês

    *Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
    *Pagamento único anual de R$23,88, equivalente a R$1,99/mês.