As 5 tendências de jeans que vão dominar 2026
Do black jeans às silhuetas que desenham o corpo, o denim entra em 2026 mais tecnológico, plural e democrático do que nunca
O jeans não é uma roupa qualquer. O estilista Giorgio Armani costumava dizer que a peça representava a democracia na moda, e o denim provou seu poder ao longo do tempo. Hoje, é tão universal que um guarda-roupa sem ao menos um exemplar parece incompleto.
Ainda que mudem as modelagens, as cores e os acabamentos, o jeans segue atual. E, para quem gosta de se atualizar e testar novidades, vale saber o que anda em alta. Por isso, consultamos especialistas para apontar as principais tendências de jeans em 2026.
Quais são as apostas das marcas para o jeans em 2026?
Num mundo repleto de informação, agora é comum que várias tendências convivam ao mesmo tempo, e com o denim não é diferente. “Não existe mais uma única modelagem ou cintura ‘correta’, o denim se torna um território democrático”, diz Thiago Leão, gerente de produtos da Levi’s Brasil, Argentina e Uruguai.
A pluralidade também se manifesta quando as marcas olham para diferentes consumidores. Para a designer Paula Kim, da P.Andrade, estão acontecendo dois movimentos paralelos.
“Estamos vendo o denim deixar de ser apenas utilitário para se tornar uma tela de experimentação. Jeans com patchworks desconstruídos, aplicações que transformam completamente a estética tradicional [por exemplo]”, afirma.
No outro polo, diz ela, há pessoas em busca do “jeans perfeito clássico, com construções primorosas e matérias-primas como selvedge de teares vintage e lavagens artesanais”.
1. Jeans preto
Um fenômeno é o crescimento do black jeans. “O consumidor brasileiro está mais aberto ao preto e ao cinza no denim porque eles entregam sofisticação imediata e são extremamente versáteis”, diz Thaís Rossiter, coordenadora de estilo da Damyller.
2. Barrel, ballon e taper: silhuetas que desenham o corpo
Não há dúvidas de que os anos 2000 foram marcados pela silhueta skinny e que, na década seguinte, as calças com pernas amplas ganharam espaço. Agora, 2026 inaugura uma nova linguagem de formas.
“A grande mudança é que a silhueta deixa de ser apenas discussão entre ‘largo’ ou ‘justo’. O foco passa a ser o formato que a calça cria no corpo e no espaço, quase como uma construção tridimensional”, explica Thiago. Exemplos são:
Taper
Barrel
Balloon
3. Wide leg, bootcut e calça reta: tendências diferentes que coexistem
A coexistência de tendências é uma realidade. “Continuamos com a mega tendência do wide leg, mas também com o straight [a calça reta] e o bootcut muito presentes, cada um encontra seu público, e essa é a beleza do jeans”, diz Paula Kim.
A mudança conversa com conforto. “A silhueta fica mais confortável, mais real. Shapes como o reto seguem sendo fundamentais, mas ganham companhia de modelagens como bootcut e barrel que trazem mais movimento e liberdade. A gente percebe uma vontade de sair do muito justo, mas sem abandonar a elegância”, comenta Thaís.
4. Jeans dos anos 1970
Os anos 1970 também aparecem nas coleções. “Como flares de cinturas variadas e cortes que alongam a silhueta”, exemplifica Bel Yunes, diretora de estilo da Animale. Macacões, saias lápis estruturadas e jaquetas com estética setentista também entram em destaque.
5. Tecidos inteligentes
A tecnologia não para de avançar, e isso também impacta os tecidos. “O jeans incorpora tecnologia, conforto e experiência sensorial. Um dos principais destaques está nas inovações em elastano, com fibras de alta recuperação que garantem mais mobilidade e conforto”, diz Thiago.
As mudanças passam por aprimorar o que já existe. “A inovação na indústria do denim não é necessariamente sobre criar algo completamente novo, mas sobre elevar tecnicamente o que já existe — melhores lavagens, coatings mais sofisticados, blends mais inteligentes, etc. Estão pipocando revestimentos inusitados, com aspectos plásticos, metalizados e até mesmo com cara de couro”, exemplifica Paula.
Ao mesmo tempo, tecnologias focadas em sustentabilidade ganham força. “O jeans de algodão regenerativo atua diretamente na origem da matéria-prima por meio de sistemas de agricultura regenerativa, melhorando a saúde do solo, aumentando a biodiversidade, reduzindo o uso de insumos químicos e contribuindo para a captura de carbono”, conta Yunes.
“Hoje a tecnologia permite trabalhar um jeans com aspecto visual mais encorpado, clássico, mas com elastano de conforto, o que garante muito mais usabilidade no dia a dia sem perder identidade”, segundo Thais.
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