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Cerca de 20% dos brasileiros se consideram infelizes ou deprimidos

Somente 29% dos entrevistados declararam-se realmente felizes

Por Da Redação
14 set 2022, 08h30 •
pesquisa infelicidade
Segundo pesquisa, questões com o corpo e finanças têm grande peso sobre a felicidade.  (Alex Green/Pexels)
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  • Uma pesquisa realizada entre janeiro e abril deste ano comprovou o que talvez você já esteja sentindo na prática: no cenário atual, cerca de 20% dos brasileiros sentem que estão infelizes, e 18% se consideram deprimidos. Em um mês em que a saúde mental é o foco – já que setembro marca a prevenção do suicídio – impossível não refletir sobre a importância de abordar o assunto.

    Intitulada “Felicidade do Brasileiro”, a pesquisa foi idealizada e coordenada pela palestrante e advogada Mary Elbe Queiroz e executada pelo Instituto Qualibest. Nela, foram ouvidas mais de mil pessoas de maneira online, com idades, gêneros, orientações sexuais e classes sociais distintas, separadas em duas etapas – uma quantitativa e uma qualitativa. Importante ressaltar que somente 29% dos entrevistados declararam-se realmente felizes.

    As pessoas que se declararam felizes identificam a felicidade como relacionada à família, características pessoais (internas) e forma de enfrentar a vida. Assim como autocuidado, otimismo, resiliência, gratidão e perdão aparecem como aspectos relevantes para gerar uma sensação de felicidade mais plena e genuína. Enquanto as que se definem como infelizes entendem a felicidade está relacionada ao corpo e situação financeira.

    Caminho para a felicidade

    Acerca do que é preciso ser feito para alcançar a felicidade, os entrevistados acreditam que ela dependa do próprio comportamento e atitudes. Nesse sentido, as respostas “me valorizar” foram as mais bem cotadas pelas pessoas declaradas felizes (90%), contra 67% dos que se julgam infelizes. Já “cuidar da minha saúde” foi declarado por 85% dos felizes e 68% dos que se definem como infelizes. Para o grupo dos declarados infelizes, a relação com o corpo (74%) e situação financeira (69%) têm maior impacto sobre a felicidade. Para o grupo, dos felizes, a família (94%) e a saúde mental (90%) são os aspectos mais relevantes.

    Segundo Mary, com base em seus estudos da neurociência e psicologia positiva, a felicidade é um estado de espírito e uma forma de ver a vida, podendo ser construída a partir do desenvolvimento de fatores internos que devem ser desenvolvidos e incorporados ao dia a dia. “Para isso, podem ser apoiados por estratégias de comportamento que tragam autoconhecimento e podem ser treinados para desenvolverem atitudes mais positivas que se transformem em hábitos”, completa.

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