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Por que Charles decidiu não ir à homenagem histórica à princesa Diana

Em fala ao jornal The Times, uma fonte revelou que é "terrivelmente difícil" para o príncipe lidar com eventos que tragam memórias de Lady Di

Por Da Redação Atualizado em 30 jun 2021, 12h57 - Publicado em 30 jun 2021, 12h55

O príncipe Charles pode não comparecer à cerimônia de inauguração da estátua em homenagem à princesa Diana, que irá ocorrer, nesta sexta-feira (1), na residência oficial do Príncipe William e Kate Middleton, o Palácio de Kensington, em Londres.

Em fala ao jornal britânico The Times, uma fonte disse que o sucessor ao trono considera “terrivelmente difícil” encarar um compromisso que envolva a lembrança de sua ex-mulher. “Esses momentos têm o potencial de fazer ressurgir velhas feridas e isso traz de volta memórias para ele: felizes, tristes e de arrependimento”, contou.

“Desde a morte de Diana, ele sente que é melhor guardar essas memórias para si mesmo e deixar seus filhos com isso”, complementou a fonte. 

A estátua, que foi encomendada em 2017 pelos príncipes William e Harry, é uma forma de eternizar o legado da mãe, que faleceu em decorrência de um acidente de carro em Paris há mais de 20 anos.

O escultor Ian Rank-Broadley, responsável pela reprodução da imagem da rainha Elizabeth II nas moedas britânicas, foi o escolhido para criar o memorial.

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Ao contrário de Charles, Harry comparecerá a cerimonia com a sua esposa Meghan Markle. O restante da família real britânica também estará presente no evento. 

Para Meghan, este também será um momento difícil para o marido, que foi “desprezado pelos parentes” durante o funeral do avô, o príncipe Philip, após o casal ter se envolvido em polêmicas que colocaram a honra de toda a Família Real a prova. 

De acordo com uma outra fonte do jornal The Times, “o dia não será apenas sobre homenagear Diana no que teria sido seu 60º aniversário, mas também uma oportunidade para William se apropriar do legado de sua mãe”.

Por outro lado, a inauguração será a ocasião perfeita para os irmãos se reconciliarem, coisa que tem acontecido desde o funeral de Philip, em abril, de acordo com o biógrafo da realeza Omid Scobie.

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