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Com flexibilização da quarentena, exposições de arte começam a reabrir

Novas regras para exposições de arte incluem restrição de público. Por segurança, a ordem é passar menos tempo em prédios fechados e mais ao ar livre

Por Letícia Paiva Atualizado em 18 set 2020, 17h08 - Publicado em 22 set 2020, 10h00

Centros culturais, galerias e instituições de arte estão entre os últimos endereços a reabrir na flexibilização da quarentena. O Rio de Janeiro iniciou este mês essa fase, mas com cautela. O Museu de Arte Moderna (MAM-Rio) reduziu a capacidade de visitantes e só abrirá quatro vezes por semana, além de oferecer agendamento online para percursos guiados, garantindo desse modo mais controle dos grupos. A partir de agora, a entrada não tem valor fixo, mas pede uma contribuição voluntária – assim, espera-se fomentar a participação do público no incentivo à cultura, que passa por um momento duro. A área externa ganha mais atenção: toda noite há projeção de um filme do artista Thiago Rocha Pitta nas paredes de vidro, vistas por quem passa, uma maneira de fortalecer a conexão entre o museu e a cidade.

A escultura do designer mineiro Amilcar de Castro está exposta em uma fazenda no interior de São Paulo, lugar para visitar fugindo de aglomerações Novos Rumos/Divulgação

Levar a arte para fora das galerias, expondo em áreas abertas, também foi uma das reinvenções em São Paulo. Uma fazenda em Itupeva, a 80 quilômetros da capital, recebe até 25 de outubro esculturas de artistas como Amilcar de Castro, Elisa Bracher, Hugo França e Iole de Freitas na mostra gratuita Novos Rumos, que exige agendamento (contato@arthomage.com.br). É um escape do isolamento.

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