As casas onde viveram John Kennedy Jr. e Carolyn Bessette durante o casamento
Entre um loft industrial em Tribeca e um refúgio discreto nos Hamptons, os endereços do casal revelam o contraste entre vida pública e busca por privacidade
Com a estreia de Love Story, série criada por Ryan Murphy que revisita o relacionamento de John F. Kennedy Jr. e Carolyn Bessette-Kennedy, o interesse pela história do casal voltou aos holofotes. Mas, além do romance que marcou os anos 1990, os espaços onde eles viveram ajudam a entender como equilibravam exposição pública e tentativa de privacidade.
Entre um loft industrial em Tribeca, em Nova York, e uma casa de verão em Sagaponack, nos Hamptons, o casal dividia a rotina em cenários bastante distintos. A seguir, reunimos os detalhes de cada imóvel para mostrar como arquitetura, decoração e localização traduzem diferentes momentos dessa trajetória.
Loft industrial em Tribeca: estética despojada no coração de Manhattan
Instalado na North Moore Street, em um edifício cooperativo de 1921, o apartamento comprado por John F. Kennedy Jr. em 1994 se tornou o endereço oficial após o casamento com Carolyn Bessette-Kennedy. Localizado em uma das regiões mais desejadas de Manhattan, o prédio tem apenas 19 unidades, o que reforçava a ideia de exclusividade — ainda que a presença constante de fotógrafos na porta tornasse a discrição relativa.
O imóvel ocupava o último andar e reunia características típicas dos lofts industriais que definiram a estética de Tribeca nos anos 1990.
Como era o interior do loft?
A configuração interna refletia uma estética funcional, com planta aberta, colunas estruturais aparentes, blocos de vidro e bancadas de concreto. O espaço tinha dois quartos, acesso ao terraço e pé-direito generoso. Um dos detalhes mais comentados eram os tetos levemente ondulados, que se tornaram uma espécie de assinatura visual do apartamento.
Apesar do endereço valorizado, o acabamento era simples. Segundo relatos da imprensa estadunidense, Kennedy costumava brincar que o apartamento lembrava uma loja de materiais de construção, numa referência ao acabamento mais bruto do espaço. O resultado era um ambiente urbano, direto e sem excessos, distante do imaginário clássico associado à família Kennedy.
Refúgio nos Hamptons: simplicidade à beira-mar
Nos meses mais quentes, o casal deixava Manhattan e seguia para Sagaponack, nos Hamptons. A casa apelidada de “Sea Song” ficava próxima à Sagg Main Beach e era compartilhada com Anthony Radziwill e Carole Radziwill, que mais tarde relataria a convivência no livro What Remains.
Construída em 1965, a residência tinha cerca de 167 m² e três quartos compactos integrados a uma área social aberta. Ao contrário das mansões exuberantes associadas à região, o imóvel apostava em uma proposta mais contida e informal.
Lareira, vigas aparentes e clima acolhedor
O interior combinava piso de madeira, vigas aparentes e lareira de tijolos, criando uma atmosfera acolhedora. O mobiliário era casual, com tecidos claros e detalhes náuticos discretos. O destaque estava na área externa: jardim amplo, piscina aquecida e espaços de convivência ao ar livre.
O projeto que nunca saiu do papel
Nos últimos anos do relacionamento, o casal planejava construir uma residência própria em Connecticut, buscando um nível maior de privacidade do que aquele possível em Nova York ou nos Hamptons. O terreno já havia sido adquirido, e a ideia era erguer uma casa cercada por natureza e com acesso mais controlado.
O projeto nunca chegou a ser concretizado, mas reforça o movimento que já se desenhava: a vontade de se afastar do centro das atenções e estabelecer uma rotina menos exposta.
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