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Stéphanie Habrich

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Stéphanie Habrich é CEO da editora Magia de Ler, apaixonada pelo mundo da educação e do jornalismo infantojuvenil. Fundadora do Joca, o maior jornal para adolescentes e crianças do Brasil e do TINO Econômico, o único periódico sobre economia e finanças voltado ao público jovem, ela aborda na coluna temas conectados ao empreendedorismo, reflexões sobre inteligência emocional, e assuntos que interligam o contato com as notícias desde a infância e a educação, sempre pensando em como podemos ajudar nossos filhos a serem cidadãos com pensamento crítico.

Abrace a mudança

Nem sempre estamos preparados para os imprevistos ou tropeços da vida, mas a melhor forma de superar as dores é aceitar as mudanças

Por Stéphanie Habrich Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
8 nov 2023, 09h21 • Atualizado em 8 nov 2023, 18h42
O medo e a incerteza do novo parecem mais assustadores que o incômodo de permanecermos onde estamos. (James Wheeler/Pexels)
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  • Não me considero uma pessoa apegada. Costumo gostar de novidades, sejam elas experiências, lugares ou atividades. Mas isso não significa que fico à vontade com as mudanças.

    Quando algo novo se apresenta em minha vida, minha primeira reação vem sempre na forma de resistência. É como se algo em mim desejasse ficar dentro da concha, mesmo que isso signifique permanecer com a dor. O medo e a incerteza do novo parecem mais assustadores que o incômodo de permanecer onde estou.

    A sabedoria budista nos ensina que “nada é permanente, a não ser a própria impermanência das coisas”. Mas vai explicar isso para nossas emoções e sentimentos… Reconheço que venho melhorando com o passar do tempo, a maturidade tem me presenteado com isso.

    Mas ainda que eu esteja mais ciente dessa realidade, minha primeira tendência ainda é não aceitar o que mudou. O que explica isso? Por que eu e tantas outras pessoas agimos dessa maneira?

    Conversei a respeito com Simone Ashcar, psicóloga e fundadora da Âmago assessoria pessoal e empresarial. Segundo ela, o novo gera medo e insegurança, por isso a primeira reação costuma ser de rejeição.

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    É por isso que, às vezes, sabemos que algo precisa ser mudado, mas ficamos protelando a mudança. “Fazemos isso porque não conseguimos enxergar realmente o outro lado da moeda”, diz.

    Em vez de olhar para o lado da falta e do medo, precisamos ter a capacidade de ressignificar. “Por mais que você queira ficar parada, a mudança vai te empurrando e apresentando diferentes lados da situação. Quando consegue ter um olhar que abarca a mudança por completo, você consegue ressignificar o que aconteceu, porque consegue ampliar a percepção”, diz Simone.

    Segundo a psicóloga, os sentimentos que as mudanças despertam em nós têm a ver com a forma como encaramos o novo. Se está doendo, é porque estamos olhando pelo lado dor, acreditando que estamos perdendo nossa base. 

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    Flexibilidade é outra habilidade desejada para encararmos as mudanças. “A pessoa rígida sofre com mudança, porque só enxerga uma saída. Quando algo muda, ela perde toda a sensação de segurança e o medo fica enorme. A pessoa que é flexível, reconhece que a vida é feita de multiplicidades, de soluções e possibilidades e sofre menos com o inesperado”, fala.

    O nosso maior freio é sempre o medo de que algo dê errado. Contra isso, o que Simone sugere é que abracemos a mudança e encarando-a de frente. “Não é questão de acertar ou não. É uma questão de se entregar para experiência com disponibilidade para algo que nos apresente uma perspectiva nova”.

    Que venham as mudanças!

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