Clique e assine Claudia a partir de R$ 8,90/mês

Astros sinalizaram que 2020 seria o ano mais difícil do século 21

A astróloga e professora Claudia Lisboa conversou com CLAUDIA e alerta: o pior ainda não passou

Por Ana Claudia Paixão - Atualizado em 15 jul 2020, 09h42 - Publicado em 14 Maio 2020, 09h00

Claudia Lisboa é uma das astrólogas mais procuradas e respeitadas do Brasil. Em seu canal no Youtube ela divide as previsões semanais e aulas sobre os signos. Apesar da agenda apertada, ela parou para conversar com CLAUDIA sobre as ansiedades e dúvidas que ainda temos sobre tudo que está acontecendo. Assim como a astróloga Maria Eugênia de Castro comentou em abril, quem estuda os astros sabia que esse seria um ano difícil. Ou seja, estava mapeado e avisado, ainda assim nos pegou de surpresa.

CLAUDIA: Teria sido possível prever o que viria a acontecer neste primeiro semestre de 2020?  
CL: Sim, essa previsão já existia desde o século passado com estudos estatísticos de que a curva de crise do ano de 2020 seria a que aponta para o ano mais difícil do século XXI. No ano passado, tanto em congresso quanto em entrevistas e palestras que muitos astrólogos deram, nós falamos que seria algo semelhante à crise da Segunda Guerra Mundial e que estávamos diante de um período altamente crítico. Então isso foi previsto. 

CLAUDIA: Esse sentimento tão negativo para muita gente, seria uma sensação ou a influência dos astros? Como eles agem?
CL: A questão da influência dos astros, eles não influenciam ninguém. Brinco que eles nem sabem que a gente existe, estão lá na órbita deles tranquilos. (risos) Nós humanos que conseguimos fazer uma relação essa configuração do céu com os nossos movimentos na terra, tanto no ponto de vista da natureza, quanto mais tarde no ponto de vista do ser humano. Não são os astros os responsáveis, temos os ciclos naturais da vida, e os principais responsáveis somos nós, com todas as ações e escolhas que fizemos durante muito tempo.

CLAUDIA: Muitas pessoas buscam nos mapas (e previsões astrológicas) respostas para questões pessoais. Em um período de quarentena e isolamento… como isso pode ser acompanhado?
CL: As pessoas me procuram pra que a gente possa conversar sobre os processos dela, tanto aquilo que ela dispõe pro seu próprio autoconhecimento quanto as tendências dela para que ela possa fazer as escolhas que oferecem a melhor qualidade de vida, a tentativa é sempre de um grande diálogo. Durante a pandemia tenho feito por via remota, já atendia por vídeo- conferência as pessoas que não moram no Rio ou que não queriam pegar trânsito ou que moravam muito longe. Tanto as aulas quanto as consultas aconteciam online antes da pandemia.

Guga Milet/Divulgação

CLAUDIA:O que os astros dizem para maio e junho? O que devemos ter mais atenção?
CL:
Nós vamos ter um pouco mais à frente, no meio do ano, dois eclipses que vão sinalizar um momento bastante crítico, então temos uma fase difícil, talvez alguns países voltem atrás, não sabemos exatamente como isso vai se dar, nesse período da metade do ano teremos momentos mais críticos. Segundo aquele estudo [citado no início da entrevista], nós teremos o alívio desse pico crítico mundial, pensando em todas as consequências de desdobramentos da pandemia, a gente começa a realmente sair melhor em 2023.

CLAUDIA: Há alguma boa notícia no ar que podemos ficar tranquilos e esperar?
CL:
A astróloga Martha Pires Ferreira compara esse momento de agora com a chegada do Renascimento, em 1518, quando  tínhamos um mapa exatamente igual nessa configuração de hoje. Teve uma chamada “Pandemia da Dança” que foi uma coisa muito atípica e hilária, que as pessoas foram contaminadas umas às outras por um desejo de dançar sem parar, uma histeria, e muitas dançavam até morrer. Mas o importante é que ali estava se anunciando a chegada do Renascimento, então se imagina que podemos viver um renascimento a partir desse período.

CLAUDIA: Como tem sido para você e sua família nesse período de quarentena?  
CL:  Não afetou minha rotina profundamente, porque eu já trabalhava de casa desde 1980. Isso foi muito bom porque sempre pude estar perto das minhas filhas e não mudou. Gosto de ficar quieta no meu canto, sou uma pessoa que convive muito bem com estar comigo. O que me afeta é estar longe da minha família, tenho uma filha em Brasília, outra em São Paulo, meu irmão e minha mãe em Porto Alegre, e meus irmãos em Portugal. Estava sempre viajando pra ver todo mundo e isso mudou, estou em confinamento absoluto, só saio de casa para levar o lixo. Tenho a benção de morar em uma casa com mato, céu, ar animais, e eu tenho esse privilégio, agradeço muito à vida por isso.

CLAUDIA:  Algum recado que você queira dar para as leitoras de CLAUDIA? 
CL: FIQUE EM CASA, esse é o meu recado.

 

 

Publicidade