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Como ser uma mãe mais autoconfiante? Veja 6 passos essenciais

Em entrevista à revista CLAUDIA, a psicoterapeuta Lidia Aratangy indicou formas mais saudáveis de encarar o papel de mãe

Por Redação M de Mulher 10 Maio 2026, 11h20 | Atualizado em 10 Maio 2026, 11h36
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Entre os muitos papéis que uma mulher desempenha ao longo da vida, poucos são tão intensos, desafiadores e transformadores quanto o de mãe. A maternidade traz alegrias, inseguranças, dúvidas e emoções que mudam conforme os filhos crescem.

O choro do bebê pode dar lugar à ansiedade do primeiro dia de aula, que depois se transforma em preocupação com amizades, namoros e escolhas da vida adulta. Cada fase traz novos desafios — e também novas descobertas.

A seguir, veja 6 reflexões que podem ajudar mães a atravessar essa jornada com mais confiança:

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Abrir-se para o prazer

Existe uma ideia muito difundida de que a maternidade é feita apenas de sacrifícios. Mas, em meio ao cansaço, também existem momentos profundamente gratificantes.

O vínculo criado entre mãe e filho, os pequenos gestos de afeto e a sensação de acolher alguém podem transformar a experiência de forma única. Quem consegue deixar de lado a culpa e a idealização tende a aproveitar melhor esses momentos.

Admitir as próprias fraquezas

Não existe mãe perfeita — e aceitar isso é essencial.

Ter dúvidas, hesitar e reconhecer limitações não faz ninguém menos capaz. Pelo contrário: mães que admitem suas fragilidades costumam estar mais abertas ao diálogo e ao aprendizado.

Educar é um processo complexo, porque ninguém possui respostas prontas para todos os desafios da vida.

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Entender a importância das parcerias

A mãe não precisa carregar tudo sozinha.

Pais, avós e outras pessoas próximas também podem desempenhar papéis fundamentais na criação dos filhos. Dividir responsabilidades ajuda a aliviar a sobrecarga e fortalece a rede de apoio familiar.

Com o tempo, aceitar que os filhos construirão novos vínculos também faz parte da maternidade.

Saber que a culpa não ajuda

Existe uma grande diferença entre culpa e responsabilidade.

Reconhecer um erro permite aprender e reparar situações. Já a culpa excessiva tende a paralisar e alimentar a sensação de fracasso.

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Nenhuma mãe acertará o tempo inteiro — e isso faz parte da experiência humana.

Ouvir a própria intuição

Ao longo da criação dos filhos, surgem conselhos de todos os lados: médicos, professores, familiares e especialistas.

Ainda assim, muitas decisões exigem escutar a própria intuição e agir da melhor maneira possível diante de cada situação.

Nem sempre será possível agradar os filhos em todas as fases da vida — e tudo bem.

Entender que a frustração faz parte

Tentar proteger os filhos de qualquer frustração pode acabar criando expectativas irreais sobre a vida.

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Aprender a lidar com perdas, negativas e dificuldades é uma habilidade importante para o amadurecimento emocional.

Por isso, mães não precisam — e nem conseguem — resolver todos os problemas dos filhos o tempo todo.

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