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Fundação Amy Winehouse cria centro de reabilitação para mulheres

Situada em Londres, a iniciativa marca os cinco anos da morte da cantora por intoxicação por álcool.

Por Redação CLAUDIA Atualizado em 28 out 2016, 14h37 - Publicado em 2 ago 2016, 13h33

Nos últimos anos de vida, Amy Winehouse ganhou as manchetes não só pelos sucessos musicais, mas também por sua luta contra o abuso de álcool e de drogas. Em 2001, a cantora morreu tragicamente, aos 27 anos, vítima de uma intoxicação alcoólica. A família fez questão de manter sua memória e sua luta vivas, inaugurando, dois meses depois, a Fundação Amy Winehouse, que se propõe a ajudar jovens em situação de vulnerabilidade, instruindo sobre os efeitos e perigos das drogas, educando-os também pela música. Agora, cinco anos depois, a Fundação está inaugurando uma iniciativa voltada especificamente para mulheres: uma clínica de reabilitação para que moças viciadas possam ser reintegradas à sociedade e manter suas recuperações. 

Segundo o jornal britâncio The Guardian, a casa, chamda de Amy’s Place, está localizada em Londres e é composta por 12 apartamentos, com capacidade para até 16 mulheres. “Existem poucos locais de reabilitação exclusivamente femininos, mas há somente uma casa de recuperação para mulheres em Londres, onde há apenas quatro camas e uma lista de espera de seis meses” explicou ao jornal o diretor do projeto, Dominic Ruffy.

O projeto foi desenvolvido em parceria com o centro de reabilitação feminino londrino Hope House e terá um programa de três meses, que incluirá atividades como yoga, grupos de prevenção e workshops baseados em potencial e empregabilidade. “Esse projeto vai fazer uma diferença profunda em muitas jovens mulheres, permitindo-lhes ter um ambiente seguro para reconstruir suas vidas e colocar em prática todo o aprendizado que elas vão adquirir em suas jornadas de tratamento. Novos começos são difíceis, cheio de desafios, mas pela Amy’s Place vamos dar às mulheres ferramentas e suporte que isso se torne uma realidade”, disse Jane, madrasta de Amy, que administra a Fundação junto com o pai da cantora. 

Divulgação
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