Conheça as novas modalidades de pilates

Com promessas como definir abdome, fortalecer músculos e melhorar a postura, a modalidade faz sucesso há anos e não para de gerar novidades. Fique de olho nelas

 

As novas modalidades de pilates mantêm a base da prática e acrescnetam elementos inusitados, como movimentos do boxe.
Foto: Dimitri Vervitsiotis/ Getty Images 

 

1· Piloxing
 
Imagine uma modalidade que mistura exercícios, posturas e princípios do pilates (como abdome contraído e foco na respiração) com boxe e dança. O piloxing é exatamente isso. “Os socos e chutes trabalham agilidade e potência e aceleram o metabolismo, enquanto os movimentos do pilates tonificam os músculos e desafiam a flexibilidade e o equilíbrio”, afirma Viveca Jensen, dançarina sueca que criou a aula. Nela, ainda são usadas luvinhas com carga leve para potencializar os efeitos. O piloxing não chegou ao Brasil, mas lota salas nos Estados Unidos. Dá para ter uma ideia assistindo a vídeos na internet e até praticar com os DVDs à venda no site da marca (piloxing.com). 
 
 
2· Hot Pilates
 
Outra variante que virou mania nos Estados Unidos faz, literalmente, os alunos suarem. É a aula de hot pilates, ministrada em uma sala aquecida a 35 graus – ou em uma espécie de cápsula de vidro para uso individual que atinge a mesma temperatura. Como o calor estimula a circulação e deixa os músculos e as articulações mais flexíveis,
os exercícios – os mesmos do pilates tradicional de solo – são feitos com maior velocidade e pausas menores.Resultado: mais calorias queimadas, fôlego turbinado e toxinas eliminadas. Inspirado na hot ioga, essa versão já chegou também a estúdios na Argen¬tina – e isso pode indicar que a modalidade logo aterrissará por aqui. 
 
 
3·  Allegro 2 
 
Já disponível por aqui, esse aparelho se propõe a tornar as aulas mais animadas. Trata-se de uma versão do reformer, clássico do arsenal do pilates que lembra uma cama com plataforma deslizante e manoplas para encaixar mãos ou pés. O equipamento oferece durante os exercícios uma resistência ajustável por um sistema de polia (roda de ferro) – no modelo tradicional, são usadas molas. Isso significa que cresce o grau de dificuldade dos movimentos, criando uma espécie de versão power da modalidade. “As sessões ficam bem dinâmicas, com maior estímulo aeróbico e mais queima calórica”, diz a fisioterapeuta Ana Paula Outsubo, instrutora com estúdio próprio em São Paulo.
 
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