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Tatuagem colorida e make definitiva estão proibidas na Europa

Os fornecedores de pigmentos coloridos têm até janeiro do ano que vem para alterar a composição de seus produtos

Por Kalel Adolfo 4 jan 2022, 18h46

Uma nova polêmica está tomando conta da União Europeia: a proibição de tatuagens coloridas e maquiagens definitivas. A decisão ocorreu após o órgão de Registro, Avaliação, Autorização e Restrição de Produtos Químicos (REACH) afirmar que determinados pigmentos envolvidos em procedimentos estéticos podem intensificar o risco de câncer ou mutações genéticas. Em dezembro de 2020, um projeto de lei que visa proibir tais substâncias — baseado nos relatórios do REACH — foi aprovado e entrou em vigor nesta terça-feira (4). 

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Segundo informações do jornal Metro, mais de quatro mil produtos químicos foram banidos dos países participantes do bloco. E claro, isso não está agradando a maior parte dos tatuadores. Segundo os profissionais da área, os fabricantes ainda não possuem alternativas seguras para os consumidores. Além disso, as novas composições das pigmentações podem ter uma durabilidade bem menor na pele, fazendo com que os retoques sejam frequentes e estressantes. 

A agência reguladora da União Europeia que cuida do assunto rebateu, afirmando que a decisão é preventiva. “Não queremos proibir a tatuagem, mas sim, tornar as cores utilizadas nestes procedimentos mais seguras”. 

De qualquer forma, os fornecedores de tinta têm até 4 de janeiro de 2023 para disponibilizar novos produtos químicos saudáveis para o mercado. Todos eles devem ser aprovados pelo REACH, obedecendo às novas normas de segurança. Por terem deixado a UE em 2020, o Reino Unido não precisará cumprir a nova lei. 

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