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Mulher passa mais de 5 meses com feto morto na barriga, e será indenizada

A gestante foi ao hospital com sangramentos, e em um exame de ultrassonografia, foi constatado que bebê havia falecido com 10 semanas

Por Da Redação 12 nov 2020, 16h26

Uma mulher que passou cinco meses e meio com um feto morto dentro de sua barriga, e será indenizada pelo Município de São Paulo e de Diadema, após entrar com ação na Justiça contra as duas prefeituras. A gestante havia reclamado várias vezes para a equipe médica que sentia dores, que o bebê não se mexia e sua barriga não crescia.

Com 32 semanas de gestação ela descobriu que bebê havia morrido com 10 semanas. Depois do trauma, foi descoberto que o feto foi descartado em um aterro sanitário, sem uma certidão de óbito que impediu a mãe de realizar o enterro.

Logo nos primeiros meses de gestação ela havia perguntado ao médico que a acompanhava, porque o seu bebê não se mexia. De acordo com a gestante, o médico a tranquilizou, dizendo que sua barriga continha pouco liquido amniótico, por isso estava pequena.

No entanto, com 7 meses de gestação ela sentiu fortes dores abdominais, e teve  forte sangramento.  Quando se dirigiu ao hospital, os médicos informaram que bebê passava bem, e receitaram apenas uma pomada para conter o corrimento. A gestante voltou ao hospital, pois o sangramento não parou, e na ultrassonografia, foi descoberto que o feto havia morrido há 22 semanas, ou seja, há cinco meses e meio.

O juiz condenou em primeira instância o Poder Público a indenizar a mulher no valor de R$150 mil reais por erro médico e negligência no pré-natal. O município recorreu, mas a sentença foi mantida pela 12ª Câmara de Direito Público do TJ/SP.

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