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Árbitras têm atuações inéditas em Mundial de Clubes e Super Bowl

Edina Alves Batista e Sarah Thomas comandaram pela primeira vez a arbitragem das duas competições na modalidade masculina

Por Da Redação Atualizado em 8 fev 2021, 20h05 - Publicado em 8 fev 2021, 19h52

O último domingo (7) foi marcado por duas grandes competições no universo do esporte: a semifinal do Mundial de Clubes FIFA 2020 e o Super Bowl, que é a final do campeonato da principal liga de futebol americano dos Estados Unidos, a NFL. Em comum, as partidas se destacaram pelas participações inéditas de mulheres na arbitragem.

A disputa entre as equipes de futebol masculino Al Duhail e Ulsan Hyundai FC teve pela primeira vez um trio feminino de arbitragem no Catar, onde o Mundial é realizado. Para apitar o jogo, a FIFA, Federação Internacional de Futebol, escalou de forma inédita a juíza brasileira Edina Alves Batista, que compôs a equipe com a também brasileira Neuza Back e a argentina Mariana de Almeida.

Até esta edição da competição, mulheres só haviam participado da arbitragem de jogos da FIFA de categorias de base, como na Copa do Mundo Sub-17, em 2017 e 2019. 

As brasileiras fizeram sua estreia no Mundial na última quinta-feira (4) na partida entre Tigres, que venceu o Palmeiras no domingo, e Ulsan Hyundai. Edina participou como quarta árbitra e Neuza como auxiliar reserva. Nesta segunda-feira, elas voltaram para essas funções no jogo do Bayern de Munique contra o  Al Ahly.

No currículo, as duas também têm como registro a atuação na Copa do Mundo Feminina, na França, em 2019. Entre as disputas que apitaram, o clássico entre as gigantes equipes da Inglaterra e dos Estados Unidos certamente marcou.

Assim como as profissionais brasileiras, Sarah Thomas tem uma trajetória com marcos por ocupar espaços até então só destinados a homens. Na disputa da liga de futebol americano entre Tampa Bay Buccaneers e Kansas City Chiefs, a profissional de 47 foi a primeira árbitra escolhida para apitar a final do Super Bowl, que teve o Tampa Bay Buccaneers como campeão.

A história de Sarah com a NFL começou em 2015, quando foi contratada para ser a primeira mulher na função de juíza de linha. Com os anos, ela foi galgando novos cargos até chegar ao que ocupa hoje.

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