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Prêmio CLAUDIA: 14 curiosidades sobre a maior premiação feminina da América Latina, que chega à 25ª edição

De 1996 até hoje, o maior prêmio feminino da América Latina já revelou vozes poderosas — veja fatos curiosos e o que esperar da edição 2025

Por Kalel Adolfo
29 nov 2025, 05h00
Plateia assistindo premiação em auditório
Público emocionado durante a cerimônia oficial do Prêmio CLAUDIA 2019 (Mariana Pekin/CLAUDIA)
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Desde 1996, o Prêmio CLAUDIA destaca mulheres que transformam o Brasil com trabalho, coragem e impacto social. Ao longo de suas edições, a premiação acumulou histórias marcantes, apresentações inesquecíveis, homenagens simbólicas e momentos que ajudaram a moldar seu legado.

Agora, na 25ª edição, o prêmio retoma sua trajetória celebrando diversidade, influência e relevância cultural. A seguir, reunimos curiosidades que revelam bastidores, fatos pouco conhecidos e acontecimentos que explicam por que o Prêmio CLAUDIA se tornou um marco na valorização do protagonismo feminino no país. Confira:

Curiosidades sobre o Prêmio CLAUDIA

1. Diversidade que marca a história do prêmio

Em 2016, o Prêmio CLAUDIA reconheceu, pela primeira vez, uma mulher trans. Naquele ano, a pernambucana Maria Clara de Sena venceu na categoria Políticas Públicas. Ela integra o Mecanismo de Prevenção e Combate à Tortura de Pernambuco, ligado à ONU, e tornou-se um símbolo importante da ampliação de representatividade dentro da premiação.

2. A evolução da estatueta ao longo dos anos

Mulher de vestido preto segurando estatueta de prêmio.
Troféu do Prêmio CLAUDIA, nas mãos de Taís Araújo. (Mariana Pekin/CLAUDIA)

Entre 1996 e 2013, cem troféus foram distribuídos. A primeira versão entregue às ganhadoras era feita de cristal, com cores que remetiam ao Brasil, criada pela designer Jacqueline Terpins. No ano seguinte, uma nova peça, também em cristal, foi adotada.

A estatueta atual começou a ser usada em 1998: fundida em bronze, com base de granito, é obra do artista plástico italiano Elvio Becheroni (1934–2000). Desde sua estreia, recebeu apenas ajustes sutis, como mudanças na inclinação dos pés e na curvatura dos braços.

3. A força do impacto social das vencedoras

Criada em 2003, a categoria Trabalho Social já contabiliza ações que impactaram mais de 4,5 milhões de pessoas. Um exemplo é o projeto Vida Corrida, liderado por Neide Silva, vencedora em 2016. Localizado no Capão Redondo, um dos bairros mais violentos do país, o projeto atende cerca de 650 pessoas entre crianças e adultos, promovendo inclusão social por meio do esporte.

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Este ano, as indicadas à categoria são: Juliana Souza, advogada que em 2024 conquistou a primeira condenação no país por racismo e injúria racial com pena em regime fechado e fundou o Instituto Desvelando Oris; Irmã Rosita Milesi, que dedica quase 40 anos à defesa de refugiados, migrantes e apátridas como diretora do IMDH e coordenadora da RedeMIR; e Ivalda Aleixo, delegada e diretora do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa, referência no combate ao feminicídio e à violência de gênero.

4. A homenagem hors-concours e suas personalidades marcantes

Desde 2009, o Prêmio CLAUDIA concede uma homenagem hors-concours a mulheres cujo conjunto da obra merece reconhecimento especial. Em 2015, a honraria foi coletiva, dedicada a todas as mulheres refugiadas do mundo, representadas pela nigeriana Jonathan, ovacionada após seu discurso.

Veja algumas das grandes homenageadas ao longo dos anos:

Na 25ª edição, a categoria “Destaque do Ano” será revelada apenas na cerimônia. A vencedora também estampará a capa de dezembro de CLAUDIA, que chega às bancas em 12 de dezembro.

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5. Palcos emblemáticos que receberam a cerimônia

Ao longo de sua história, o Prêmio CLAUDIA foi sediado em alguns dos espaços culturais mais importantes do país. Foram nove edições na Sala São Paulo, sete no Teatro Alfa, duas no Memorial da América Latina, duas no Auditório Ibirapuera e uma no Teatro Santander.

A edição atual acontece pela primeira vez no Rio de Janeiro, no Roxy Dinner Show.

6. Mestres de cerimônia inesquecíveis

Durante três anos, o ator Eduardo Moscovis conduziu a premiação e protagonizou momentos memoráveis, como a dança coladinha com Hebe Camargo. Outros nomes que já apresentaram o evento incluem Christiane Torloni, Glória Maria e Carlos Tramontina.

7. Uma história repleta de grandes apresentações musicais

Diversos artistas já marcaram o palco do Prêmio CLAUDIA: Gal Costa, Maria Rita, Luiz Melodia, Paula Lima, o pianista Marcelo Bratke, jovens da Camerata Vale Música, o maestro João Carlos Martins e a Orquestra Filarmônica Bachiana.

8. Personalidades que entregaram estatuetas

Figuras reconhecidas nacionalmente já subiram ao palco para homenagear as vencedoras. Entre elas, a ex-jogadora de basquete Magic Paula, a geneticista Mayana Zatz, a escritora e apresentadora Fernanda Young, a ex-jogadora de vôlei Ana Moser, a deputada Patrícia Saboya e a cineasta Laís Bodanzky.

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9. A canção escrita especialmente para o prêmio

Em 2006, o maestro e compositor Francis Hime presenteou a revista com uma música inédita chamada “Claudia”, apresentada ao vivo durante a cerimônia daquele ano.

10. Arte, emoção e performances que ficaram na memória

A edição de 2008 teve momentos marcantes. Ao som de “Brasileirinho”, Daiane dos Santos fez uma performance que encantou a plateia, e artistas do Circo Zanni levaram cor e leveza ao palco. Já na última edição antes da pausa, o artista Achiles Luciano criou um grafite digital em tempo real, exibido em um telão enquanto Paula Lima se apresentava.

11. A primeira edição já nasceu histórica

A estreia do Prêmio CLAUDIA contou com jurados como Paulo Freire e Ruth Cardoso. Nos anos seguintes, nomes como Marieta Severo, o neurocientista Miguel Nicolelis e Luciano Huck também ajudaram a eleger vencedoras de diferentes categorias.

12. Hebe Camargo e seus momentos icônicos no palco

Homenageada hors-concours em 2011, Hebe Camargo fez história mais de uma vez na cerimônia: distribuiu seus famosos “selinhos”, sentou no colo do ator Ailton Graça e cantou “Como É Grande o Meu Amor por Você” ao lado de Verônica Ferriani.

13. O prêmio impulsiona visibilidade e carreiras

A vitória no Prêmio CLAUDIA costuma abrir portas. A juíza baiana Luislinda Valois, vencedora em 2010 na categoria Políticas Públicas, foi promovida a desembargadora no ano seguinte.

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Maria Clara de Sena, vencedora de 2016, recebeu um Voto de Aplauso da Assembleia Legislativa de Pernambuco e passou a colaborar com uma ONG espanhola que atende profissionais do sexo. Ela também foi convidada para participar do World Out Games, evento internacional que reúne esporte, cultura e debates sobre diversidade em Miami.

14. Sintonias artísticas no palco

Em 2013, a atriz Letícia Sabatella, mestre de cerimônias da noite, apresentou “Paroupupti”, música que compôs na língua dos povos krahôs, do Tocantins, Piauí e Maranhão. Seu marido, o ator Fernando Alves Pinto, acompanhou a performance ao trompete, criando um dos momentos mais emocionantes da edição.

O Prêmio CLAUDIA 2025

O Prêmio CLAUDIA chega a sua 25ª edição, celebrando mulheres que transformam o Brasil em diferentes áreas. A edição 2025 será realizada em 9 de dezembro, às 20h, no Roxy Dinner Show, Rio de Janeiro, e destaca finalistas que se tornaram referência em cultura, educação, negócios, direitos da mulher, saúde, inovação, sustentabilidade, trabalho social, influência digital e impacto do ano.

O júri desta edição reúne nomes influentes e plurais, como Zezé Motta, Maria da Penha, Luiza Helena Trajano, Ana Fontes e a jornalista Aline Midlej, além das representantes da Editora Abril: Karin Hueck (editora-chefe de CLAUDIA), Helena Galante (diretora de núcleo da Abril) e Andrea Abelleira (VP de Publishing da Editora Abril).

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