O poder das amizades femininas
Segundo a ciência, amizades entre mulheres criam zona de conforto emocional que sustenta escolhas e pode até prolongar a vida
Por décadas, a amizade feminina foi desencorajada por estigmas sociais. A rivalidade entre mulheres foi naturalizada como um traço de personalidade – e não como uma construção social. A ideia de que mulheres seriam naturalmente competitivas, fofoqueiras ou instáveis ainda ecoa no imaginário coletivo e, muitas vezes, ganha reforço em comparação com amizades masculinas, vistas como mais leais e duradouras, quase inabaláveis. Mas graças à ciência, mitos como este vêm caindo por terra ao longo dos anos.
Mulheres que cultivam vínculos afetivos sólidos com outras mulheres apresentam níveis mais altos de autoestima, maior sensação de bem estar e, inclusive, maior longevidade – sim, as suas amigas podem te fazer comemorar mais aniversários e cada vez melhor! Pelo menos é o que aponta um dos estudos mais longos já realizados globalmente sobre felicidade, conduzido pela Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, desde 1938.
A pesquisa “Estudo sobre o Desenvolvimento Adulto” acompanha há mais de oito décadas centenas de pessoas ao longo de suas trajetórias, investigando ambiente doméstico, trabalho, saúde, conquistas, decepções e tudo o que de fato impacta o bem-estar e sustenta uma vida mais feliz.
Os resultados mais recentes reforçam um achado central: o principal fator de satisfação pessoal para as mulheres está na qualidade das relações interpessoais, especialmente aquelas construídas com outras mulheres.
Mulheres fazem história juntas
Em um mundo em que ainda exige tanto das mulheres, a amizade feminina funciona como uma espécie de refúgio emocional, um espaço onde experiências encontram espelho e acolhimento. Entre mulheres, muitas vezes, é possível descansar da performance social. Essa percepção aparece também na trajetória de Manuela Cardona, CMO da Usaflex.
Criada em um ambiente majoritariamente masculino e formada a partir de modelos tradicionais de liderança corporativa, ela conta que parte do seu amadurecimento profissional aconteceu justamente quando se aproximou de outras mulheres em posições de liderança. “Eu fui aprendendo que, quanto mais eu me aproximava da rede feminina de liderança, mais eu entendia que as dificuldades que eu achava que eram só minhas eram, na verdade, estruturais. Isso me fortaleceu muito, especialmente nos momentos em que precisei tomar grandes decisões na minha carreira, decisões que tiveram o apoio de mulheres especiais”, conta.
Coragem de ser quem se é
A própria pesquisa de Harvard ajuda a explicar esse fortalecimento. Mulheres que constroem redes sólidas de amizade relatam níveis mais elevados de felicidade e menor incidência de estresse e carga emocional.
A convivência estimula a troca de sentimentos complexos, o compartilhamento de alegrias e frustrações e a criação de espaços seguros e de cuidado mútuo. “Hoje, para mim, a amizade tem um papel claro de acolhimento e conforto emocional. Quando você se sente segura, representada, isso traz um tipo de tranquilidade difícil de encontrar em outros lugares”, relata Manuela.
E o melhor é que não são necessários grandes gestos para fortalecer esses laços. Uma ligação despretensiosa, um café no meio da semana ou uma caminhada compartilhada já são suficientes para gerar efeitos significativos, como a liberação de hormônios associados ao bem-estar. Pequenos encontros que criam uma zona de conforto positiva, onde vivências comuns podem ser reconhecidas, divididas e legitimadas.
Parceiras de caminhada
É a partir desse entendimento que a Usaflex, marca brasileira de calçados e acessórios presente em mais de 50 países, vem investindo em um reposicionamento que valoriza a construção de pontes entre mulheres e o fortalecimento desse senso de comunidade.
“Somos uma marca empática, que busca gerar identificação real com as clientes. Estamos começando uma trajetória de diálogo mais profundo, para oferecer um conforto que vá além do físico, que alcance o emocional, que acolha. Para que cada mulher possa se sentir bem com ela mesma”, diz Manuela.
Como confirma a ciência – e a experiência –, a amizade feminina é um dos lugares mais seguros para tecer uma rede de apoio e seguir caminhando. Para saber mais, acesse https://www.usaflex.com.br/







