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Após 52 anos, pela primeira vez, Rei Albert II encontra filha rejeitada

O monarca da realeza belga negou a paternidade por anos, mas a reconciliação aconteceu neste domingo (25)

Por Da Redação Atualizado em 28 out 2020, 18h16 - Publicado em 28 out 2020, 15h35

A princesa Delphine e seu pai, Albert II, rei da Bélgica até 2013 quando abdicou o trono por conta de problemas de saúde, escreveram mais um capítulo da relação familiar conturbada deles. Os dois se encontraram pela primeira vez.

Depois de anos negando a paternidade de Delphine, o monarca assumiu a filha após a divulgação do teste de DNA, em janeiro deste ano, comprovando o vínculo sanguíneo. Neste domingo, ele recebeu Delphine na sua casa, onde vive com a esposa, a rainha Paola, na Bélgica.

Para o De Standaard, a família descreveu o primeiro contato como “um novo capítulo, rico em emoções, paz de espírito, compreensão e esperança. Durante nosso encontro no Castelo Belvédère, cada um de nós foi capaz de expressar nossos sentimentos e experiências com serenidade e empatia”, definiram.

A artista e agora princesa é fruto de um relacionamento de Albert com a baronesa Syibylle de Selys Longchamps, que durou 18 anos. Porém, Deplhine só teve sua existência revelada ao pai em 1999. Entre desentendimentos, motivados principalmente pelo rei, a paz parece estar selada.

“Depois da turbulência, sofrimento e ferimentos, é hora de perdão, cura e reconciliação. Juntos, decidimos seguir este novo caminho. Isso exigirá paciência e esforço, mas estamos determinados. Esses são os primeiros passos de um caminho que percorreremos em paz ”.

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“Esta conversa extensa e especial nos deu a oportunidade de nos conhecermos”, escreveram na publicação no perfil oficial da realeza belga. “Conversamos sobre nossas próprias vidas e nossos interesses comuns. Este vínculo continuará a se desenvolver em um contexto familiar.”

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