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Azeite: a alma da culinária

Aliado da saúde, ele é fácil de usar e deixa os pratos mais saboroso

Por Redação M de Mulher
4 jul 2012, 22h00 • Atualizado em 27 out 2016, 20h00
Karla Precioso
Karla Precioso (/)
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  • Há 5 principais tipos de azeite, classificados de acordo com a acidez
    Foto: Getty Images

    Presente na culinária desde 1200 a.C., o azeite já alimentou mitos. Acreditava-se que ele não poderia ser usado em frituras e até seu consumo a frio foi desaconselhado, por se tratar de uma gordura – substância teoricamente nociva. A verdade é que, muitos séculos depois, o azeite finalmente ganhou a confiança da ciência, que hoje o recomenda como ótima fonte de saúde.

    Não bastasse isso, o ingrediente cai bem em uma porção de pratos, de salgados a doces. Para testar os vários tipos de uso desse “ouro líquido” na sua cozinha, conheça os tipos de azeite que existem, o quanto se deve consumi-lo e como acertar na escolha na hora da compra.

    Conheça os 5 tipos de azeite

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    Eles são classificados de acordo com a acidez. Quanto menor, melhor a qualidade do óleo. Conheça mais:
        
    Composto: mais barato, é uma mistura de óleo e azeite refinado. Por isso, não apresenta o gosto característico de azeite e tem qualidade inferior. Ideal para refogar e dar um toque de sabor às saladas.

    Extravirgem: obtido com prensagem a frio, é o mais puro e sua acidez é de, no máximo, 1% (os melhores estão entre 0,4 e 0,5%). Tem sabor acentuado e deve ser usado cru em saladas, queijos, pães ou em receitas que não necessitem ir ao fogo.

    Puro: como é menos concentrado e apresenta apenas 1,5% de acidez, seu sabor é suave e o preço bem menor do que a versão extravirgem. Use-o em frituras, assados, refogados e para dar acabamento aos pratos.

    Refinado: obtido pelo refinamento do azeite virgem, apresenta acidez superior a 3%. Esse processo resulta em perda de cor, gosto, aroma e textura, além de parte das vitaminas e de outros nutrientes. Por isso, costuma servir só para frituras.

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    Virgem: sua acidez pode ser de até 2%. Se comparado ao extravirgem, seu sabor é menos acentuado e um pouco mais adocicado. Perfeito para saladas, molhos e marinadas. Dica: não cozinhe o azeite virgem: despeje-o no prato só ao servir!

    Como acertar na escolha

    1. A cor do azeite pode variar do amarelo-ouro ao esverdeado, porém isso não interfere na qualidade do azeite. Se o produto for quase incolor, melhor não levar: é sinal de que o azeite está velho.

    2. O azeite tipo italiano tem o sabor delicado e doce. Já o espanhol, tem gosto mais amargo.

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    3. Quanto mais antiga for a safra, menos características ela preserva.

    O azeite como opção de alimento saudável

    Há evidências que comprovam a capacidade que o azeite tem de proteger o coração e prevenir o câncer. Praticamente isento de gordura saturada, ele contém vitamina E, betacaroteno e polifenóis – substâncias que retardam o envelhecimento. Mas atenção: cozinhar com azeite é uma boa alternativa, mas não deve ser a única. Nutricionistas recomendam não abolir o uso de outros óleos vegetais, que são ricos em ômega 3 e 6.

    Dúvida cruel: preço baixo indica azeite ruim?
    Um azeite de qualidade não é um produto barato. Por mais que tenha evoluído, seu processo de extração ainda é complexo, encarecendo o produto. Portanto, desconfie dos muito baratos e prefira as marcas mais conhecidas.

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