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Ana Claudia Paixão

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A jornalista Ana Claudia Paixão (@anaclaudia.paixao21) fala de filmes, séries e histórias de Hollywood

Nathalia Serra, de O Rei do Rock, fala sobre viver Ann-Margret nos palcos

Em cartaz no musical O Rei do Rock, a atriz conversou com CLAUDIA sobre a responsabilidade de contar a história de um grande amor do Rei do Rock

Por Ana Claudia Paixão
6 dez 2024, 14h34
Nathalia Serra conta os desafio de dar vida a Ann Margret nos palcos  (Letycia Miller/Reprodução)
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Elvis Presley faleceu há 47 anos, mas sua popularidade jamais foi perdida. Muito pelo contrário: a cada nova geração, há mais fãs se apaixonando por sua música e personalidade. Unindo a isso o impacto da cinebiografia de Baz Lurhman em 2022, o Rei do Rock ganhou novo fôlego ao redor do mundo.

No Rio, o musical O Rei do Rock traz à vida não apenas o ídolo, mas também figuras essenciais que marcaram sua trajetória. Entre elas, Ann-Margret, a icônica atriz e cantora que dividiu os holofotes com o astro em filmes e palcos.

A atriz e cantora sueco-americana se tornou uma lenda por sua combinação única de talento, carisma e sensualidade, mas, em muitos documentários e filmes, tem ficado mais ‘apagada’, enquanto o maior destaque era dado à Priscilla, esposa de Elvis. No entanto, sua influência e ligação com o cantor e ator são essenciais para entender sua trajetória.

No musical, Nathalia Serra assume o desafio de interpretar Ann-Margret, trazendo sua energia inesquecível para os palcos. Neste papo exclusivo com CLAUDIA, ela revela como foi mergulhar na personalidade de Ann e na época que definiu sua parceria com Elvis.

CLAUDIA: Qual a sua música favorita do Elvis Presley? E por que?

Nathalia: “Trouble”. Me remete à atitude rock’n roll do Elvis e sua ousadia. Me faz refletir sobre como ele foi um dos primeiros sex symbols para o público feminino, despertando o imaginário das mulheres, numa época onde ainda éramos muito reprimidas sexualmente. 

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CLAUDIA: Ann Margret é um ícone e uma das lendas de Hollywood. O quanto você sabia dela antes do musical e o que a surpreendeu mais ao vivê-la?

Nathalia: Acho que a primeira surpresa foi buscar saber sobre ela nos dias de hoje, e descobrir que ela segue sendo super ativa artisticamente.  Sabia muito pouco sobre ela, a reconhecia do filme Dama por um dia, mas depois fui identificando suas participações em séries como Law and Order, e obviamente maratonei todos os filmes, em especial Amor a toda velocidade, que assisti muitas vezes. Me apaixonei perdidamente por sua autenticidade, uma sensualidade pouco óbvia em cena. Assisti também a todos os documentários sobre sua vida e a relação com Elvis. Mas acho que o que mais me intrigou foi saber que ela se casou exatamente uma semana após o casamento do Elvis com Priscilla, e que o astro a enviava violões de flores em todas as datas comemorativas, como aniversários e estreias. 

CLAUDIA- Nas biografias autorizadas pela família de Elvis, em documentários e filmes, o relacionamento dos dois tem sido “apagado” ou reduzido. Como era a dinâmica e o quão profunda foi a ligação dos dois?

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Nathalia: Quando Elvis conheceu Ann Margret, ele mantinha Priscilla morando em Graceland, sendo preparada para se tornar sua esposa. A vestia, educava e a preservava virgem para que fosse o estereótipo da esposa perfeita aos olhos da sociedade da época. Enquanto isso, ele se envolvia com Ann Margret, que também veio a se tornar muito amiga dos amigos dele, e que torciam pela relação dos dois, já que Ann ajudava Elvis a se manter focado na carreira, vivendo o mesmo universo que ele. O laço que criaram foi inegável e o que se sabe é que se mantiveram muito próximos até a morte dele.

Nathalia Serra em entrevista exclusiva com CLAUDIA
Nathalia Serra em entrevista exclusiva com CLAUDIA (Cléber Correia/Reprodução)

CLAUDIA: Como você se preparou para o papel?

Nathalia: Entrei num hiper foco e só consumia Ann Margret por um bom tempo, porque ela é uma artista muito completa e com muito material para ser explorado! Além dos diversos documentários sobre a vida dela com o Elvis, assisti à maioria dos filmes que ela fez, e toda discografia disponível. Fiz uma pasta com as imagens dela que mais me tocavam, e me aprofundei muito na história da vida e da carreira dela, que é interessantíssima, cheia de camadas! Mas o que realmente me preocupei em ser o mais fiel possível foi a personalidade, muito ousada e a frente de seu tempo. 

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CLAUDIA: Eu diria que Ann Margret “foi reduzida” ao estigma de “sexy symbol”, mas na época isso tinha algum valor. Como ela quebrou o estereótipo?

Nathalia: Ela não quebrou o estereótipo sexy, pelo contrário. Ela soube usar a sensualidade muito bem e a favor dela. Na época, não havia muitas opções de rótulos para lançar uma mulher no showbiz, e esse foi o rótulo que abriu as portas pra ela. Mas Ann sempre foi muito mais do que isso, não à toa, segue na ativa até hoje e é super reconhecida por isso. 

CLAUDIA: Cantar e dançar, ainda mais, cantar e dançar na pele de Ann Margret: foi difícil? Qual a rotina de preparo para as apresentações?

Nathalia: Eu me diverti muito tentando encontrar a Ann Margret em mim, eu estava repleta de referências, e graças à nossa direção deslumbrante, tudo fluiu de forma super leve. Atores de musicais são atletas de alta performance e precisamos manter a técnica o ano inteiro por meio de aulas e treinamentos para conseguir executar um trabalho como esse.

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CLAUDIA: E para 2025? Quais são seus planos?

Nathalia: Sempre que um ator está num projeto bacana, sem algo engatilhado na sequência, essa costuma ser uma pergunta que gera bastante ansiedade. Tudo que espero tanto pra mim, quanto para a classe artística operária como eu em 2025, é que possamos ter mais estabilidade e constância nos trabalhos e que sejamos devidamente valorizados e remunerados por isso.

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